segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Discipulando os "comuns"


Comentário da Lição da Escola Sabatina de primeiro a oito de fevereiro de 2014, preparado por Carmo Patrocínio Pinto ex-diretor do Jornal Esperança e autor de Reavivar a Esperança, uma meditação para qualquer ano. O comentarista é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia-Central de Taguatinga, DF.

 

Introdução

Jesus não só Se relacionou bem com as pessoas comuns mas Ele próprio Se fez comum. Nasceu em uma família pobre e humilde. As pessoas mais comuns são mais acessíveis aos apelos do evangelho. Diz a Bíblia.  “O homem rico é sábio aos seus próprios olhos, mas o pobre que é entendido, o examina”  (Provérbios 28:11).

Jesus convidou pessoas  ricas e influentes na sociedade para segui-Lo, mas nem sempre logrou sucesso. O Seu encontro com o jovem rico não foi um dos melhores. Ele não só se retirou triste como deixou para traz um Mestre magoado com a recusa em segui-Lo. Diz o texto. “ Mas, ouvindo ele isto, ficou muito triste, porque era muito rico” ( Lucas 18:23).

 Foram as pessoas comuns que mais contribuíram para fazer discípulos em todas as nações. As pessoas comuns aceitam com mais facilidade serem moldadas e capacitadas para a obra do discipulado. Ao despojarmos do eu o Senhor tem condições de nos usar. Há poucos dias alguém me pediu para pregar de improviso em uma igreja. Eu não tinha esboço de sermões em mãos e se tivesse não teria tempo para revê-lo. Orei muito a Deus e lancei mão de um texto bíblico bastante conhecido. No final do culto pessoas com olhos lacrimejantes vieram me agradecer. Não sou aquele modelo de simplicidade e isso me deixou ainda mais maravilhado de ver o que Deus pode fazer por nosso intermédio. Conheci  uma irmã analfabeta. Ela trouxe dezenas de pessoas para a igreja, inclusive a minha esposa.

Jesus trabalhou muito com pessoas comuns e sempre colheu ótimos resultados. Ele espera realizar grandes coisas por intermédio de você e de mim, basta que estejamos dispostos a aceitar que Ele opere em nossa vida.

           

Domingo

Simeão era um homem consagrado a Deus. Estudioso das profecias bíblicas tinha plena certeza de que o Messias viria ao mundo. Ele O aguardava com grande expectativa.

Deus, em Sua misericórdia, lhe apareceu em visão e fez a maravilhosa promessa de que ele, Simeão, teria o privilegio de ter o menino Jesus em seus braços antes de morrer. Simeão não tinha a mentalidade dos lideres religiosos de seu tempo. Eles imaginavam que o Rei dos reis nasceria em palácios e receberia as horas que o mundo oferece a um pequeno príncipe.

A bíblia diz que no dia da apresentação de Jesus na igreja, o Espírito Santo levou Simeão ao templo. Provavelmente muitas famílias estavam ali para dedicar os seus filhos ao Senhor. Na dedicação de um primogênito a família oferecia um sacrifício conforme as suas posses. Imagino que muitos pais se esforçavam para oferecer uma oferta além de suas posses. Afinal, era a dedicação do seu primeiro filho, o primogênito da família. E mais, ninguém queria se identificar como paupérrimo oferecendo o que de mais barato era permitido.

Simeão não foi levado por essa maneira humana de ver as coisas.  Assim, o fato de ver aqueles pais oferecer o que de mais barato lhes era permitido oferecer não interferiu na sua identificação de que aquela criança que eles traziam nos braços era o Messias prometido. Necessitamos ver Jesus como Simeão viu.

Ao ter a criança em seus braços ele proferiu um cântico profético que deixaram os pais de Jesus encantados. “E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam” (Lucas 2:33).

Ao iniciar o Seu ministério duas coisa intrigavam os lideres religiosos de Seu tempo. Ao ver a sabedoria de Cristo eles questionaram Como pode um filho de carpinteiro ter tanto conhecimento e, depois de ter sido criado na humilde cidade de Nazaré, surgiu a grande interrogação: “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?”

 

 

Segunda

A nota da Lição apresenta uma verdade a respeito de Jesus que define bem a Sua atuação na vida do ser humano. Diz o texto. “Ele Se especializou em transformar o ordinário em extraordinário.”

Com o seu primeiro milagre, Jesus demonstrou ser uma pessoa social, comunicativa e interessada em resolver os problemas das pessoas. Provavelmente o casal de noivos fosse parente de Jesus ou amigos de perto.

Um inesperado problema surgiu. Faltou vinho. Isso denota que as famílias envolvidas não eram tão abastadas. Faltar vinho em uma cerimônia de casamento era algo constrangedor que todos evitavam a todo o custo. Jesus, ciente da situação, não ficou de braços cruzados.

Um detalhe interessante é que Jesus poderia ter realizado o milagre sem o auxilio de qualquer pessoa. Mas Ele solicitou que os servos enchessem as talhas de água. E ai, o milagre aconteceu. Podemos imaginar como se sentiram aqueles servos, pessoas tão comuns, ver os convidados elogiando o vinho que eles ajudaram a fazer.

Não e por acaso que Jesus nos convida a participar da pregação do evangelho a toda criatura. Quão gratificante é quando participamos do batismo de uma pessoa com a qual abrimos a Bíblia e lhe apresentamos as alegrias da salvação.

Na multiplicação dos pães também aconteceu o mesmo. Jesus poderia ter feito tudo sozinho mas Ele não é egoísta. Ele faz de tudo para que participemos de Seus feitos gloriosos. Alguém doou os pães e os peixinhos e os discípulos participaram ao colocar a multidão em ordem e fazer a distribuição do alimento. Mais uma vez temos um grupo de pessoas felizes e realizadas por ter participado de um milagre tão significativo.

 A nossa tendência e fazer as coisas sozinho e depois receber os louros no pedestal da fama. Jesus mostrou que a pregação do evangelho e resultado de um discipulado participativo.

 

Terça

            Pedro era uma pessoa desqualificada e impulsiva. Ao tomar conhecimento do seu currículo qualquer empresário não perderia tempo em conhecê-lo pessoalmente. Mas Jesus achou por bem investir nesse homem analfabeto, ignorante, impulsivo e violento. Os resultados fora surpreendentes.

            Creio que qualquer um de nos que vivêssemos nos dias de Pedro concluiríamos com facilidade que ele não seria uma boa aquisição para a causa de Deus na Terra. A vida de Pedro nos enche de esperança. Se Cristo teve a paciência de esperar a tão demorada mudança na vida desse homem, com certeza não vai desistir de nenhum de nos.

            Quando Jesus o ressuscitou teve a preocupação de que Pedro fosse avisado do ocorrido. O apostolo O havia negado de maneira vexatória. Demonstrando amor e ternura o Mestre disse. “Mas ide, dizei a seus discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis, como ele vos disse” (Marcos 16:7). Demonstrando amor e ternura o Mestre deu o primeiro passo.

 

 Quarta

            Com a minha maneira humana de ver as coisas tenho a tendência de achar muito difícil que determinadas categorias de pessoas se convertam ao evangelho. Para mim, é desestimulante pregar para o dono da padaria. Como ele vai fechar o seu estabelecimento nas vinte e quatro horas do sábado? E a prostituta vai viver do que se aceitar o evangelho?

            Quando vem pensamentos assim precisamos lembrar-nos de duas coisas. Primeiro a ação do poder de Deus em transformar pessoas e segundo, nos enxergamos apenas o exterior mas Deus olha o profundo do coração.

            Conheci um senhor alcoólatra. No tempo de sua juventude quantas vezes ele passou noites bebendo com o meu pai. O casamento separou os dois e papai logo se converteu e deixou a bebida. Por vezes papai pensava no amigo mas não sabia por onde ele andava e nem noticias tinha dele. No nosso imaginário o senhor Joaquim era um caso perdido.

            Numa certa manha de sábado Joaquim apareceu na igreja. Papai surpreso o convidou para fazer um curso bíblico. Ele respondeu, você não sabe mas eu já sou batizado. Os dois se abraçaram e choram. O irmão Joaquim nunca fez um único sermão na igreja. Mas não tinha ninguém igual a ele para explanar uma lição da Escola Sabatina.

            Toda pessoa é valiosa aos olhos de Deus. Cada um de nós é único. Somos mais valiosos do que os pardais, mais belos do que os lírios do campo e Aquele que nos criou sabe quantos fios de cabelo temos na cabeça.

            Por mais simples que uma pessoa pareça ser, por mais pecador que alguém se apresente e por mais complicada que pareça a vida de um ser humano ela faz parte dos planos de Deus e cabe a nos compartilhar com essas pessoas o plano da salvação.

 

Quinta

            Jesus nasceu em um mundo cheio de divisões. E o pior, as principais divisões etnas e de classes sociais surgiram entre o povo de Deus. Um judeu não desperdiçava um bom dia para um samaritano exceto Jesus. E o que dizer de gregos e bárbaros denominados gentios?  Os judeus não só desprezavam essas pessoas mas imaginavam que nenhuma delas tinha o direito a salvação. Jesus quebrou esse paradigma.

            Nos dias de Jesus seria difícil imaginar que os irmãos da igreja primitiva teriam tudo em comum. Congregavam juntos e participavam das refeições na mesma mesa. Pedro teve uma grande dificuldade para entender essas questões. Como Ele sendo judeu se contaminaria visitando o gentio Cornélio.

            Não foi fácil para Deus fazê-lo entender que, para o Céu, não há acepção de pessoas. Para ele foi difícil compreender a visão do lençol com animais limpos e imundos. Alias, mesmo hoje, muitos cristãos não a entendem e torcem o seu verdadeiro sentido.

            Quando Paulo decidiu anunciar o evangelho para os gentios foi realmente um escândalo para os judeus. Por outro lado esse Jesus que aceitava todas as classes de pessoas foi uma loucura para os gregos. Como pode esse Jesus nos aceitar e ainda prover salvação para todos nós. Imaginavam eles.

 

Conclusão

            Deus conta com pessoas comuns como eu e você para concluir a pregação do evangelho. Temos um hino que diz mais ou menos assim. “ Mas pra mim há de ser meu quinhão meu prazer ver no Céu almas salvas por mim”. Há alegria no Céu por um pecador que se arrepende. Jesus não é egoísta. Ele quer que eu e você, pessoas comuns, participemos desse jubilo celeste.

 

Acompanhe o comentário da Lição da Escola Sabatina em nosso blog:

http://reavivaresperanca.blogspot.com/

 

 

sábado, 25 de janeiro de 2014

Discipulando os enfermos


Comentário da Lição da Escola Sabatina de 25 de Janeiro a primeiro de fevereiro de 2014, preparado por Carmo Patrocínio Pinto ex-diretor do Jornal Esperança e autor de Reavivar a Esperança, uma meditação para qualquer ano. O Comentarista é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central de Taguatinga, DF.

 

Introdução

            Algumas curiosidades marcaram o ministério curativo de Jesus. Em uma época em que a doença era uma prova clara de que a pessoa afetada havia cometido algum pecado grave, aparece Jesus alterando os conceitos e livrando os sofredores não só da dor física, mas também da dor emocional e espiritual.

            Essa atitude deixava os sacerdotes e intelectuais da época intrigados. Se a doença era um castigo como agora aparece alguém removendo o castigo de uma pessoa merecedora do mesmo?

Nos tempos de Jesus não havia a abundancia de medicamentos que temos hoje, mas não temos relato de Jesus lançar mão dos poucos que existiam, exceto quando de uma maneira ante higiênica fez lama da própria saliva e depois de aplicá-la nos olhos de um cego o encaminhou ao tanque de Siloé para uma lavagem especial.

Mas o que mais intrigava os líderes religiosos dos tempos de Jesus era como Ele conseguia essa magia de curar pessoas e mesmo ressuscitar mortos com um simples toque ou palavra.

Jesus era muito sábio em Sua maneira de proceder. Ele não fazia do dom de curar um púlpito e muito menos fez uso desse dom divino em benefício próprio. Ou seja, ao efetuar uma cura Ele não fazia um comovente sermão para o beneficiado e muito menos para os expectadores. Tudo se resumia em algumas palavras como: “Vai e não peques mais”; “Perdoados são os teus pecados”; “Essa doença é para glória de Deus”; “Fale ou não fale disso para as pessoas” e assim por diante. Ele jamais tirou qualquer benefício próprio como resultado dos milagres. A Sua postura era cem por cento diferentes do proselitismo e da exploração que hoje envolve muitas igrejas com o suposto dom de curar.

 Orar pelos enfermos é uma orientação bíblia “E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tiago 5:15). Mas não esqueçamos que discipular enfermos vai além de orar por eles. O milagre da cura existe e eu sou uma prova incontestável dessa verdade. Para tanto leia a página 373 da meditação Reavivar a Esperança de minha autoria.

 

Domingo

            Entre os profetas bíblicos, Isaías foi o que mais falou do futuro Messias. As suas profecias aconteceram seiscentos anos antes do nascimento de Jesus. No capitulo cinquenta e três ele traça o perfil Daquele que um dia viria ao mundo para morrer por nós. Veja algumas observações que o profeta faz a respeito desse Homem de Dores:   

- Como raiz de uma terra seca.

- Não tinha uma boa aparência.

- Alguém desprezível.

- Rejeitado

- Homem sofrido.

- Tomou as nossas doenças.

- Oprimido.

- Ferido e moído.

- Um homem com pisaduras.

- Sofria em silencio.

- Morreu pelos transgressores.

- Tinha consciência de que o Seu sacrifício não seria em vão.

- Um intercessor fiel.

            Desse relicário de relatos dois me chamam a atenção: - Tomou as nossas doenças e um Homem com pisaduras.

            Jesus tomou as nossas doenças não só físicas e psicológicas mas também as espirituais. A cura por Ele ofertada é completa. Podemos imaginar como teria sido a vida do paralitico junto ao tanque de Betesda, caso ele não tivesse os seus pecados perdoados e tivesse voltado à vida desregrada de sua juventude!

            Ao ser abordado por Jesus o paralítico não sabia que estava diante Daquele enviado dos Céus  para curar as nossas doenças. Diz Ellen G. White:O paralítico não sabia que Aquele que lhe falava tinha poder para curar, não apenas ele, mas todos os que viessem à Sua presença. Disse-lhe então Jesus: "Levanta-te, toma o teu leito e anda." João 5:8. (Vida de Jesus, p. 72). Podemos estar cometendo o mesmo engano.

            Outra afirmação que me chama a atenção nas palavras de Isaías é que Jesus sofreu pisaduras. Ao ler essa expressão me vem a mente fatos de quando eu era criança e morava às margens de uma estrada boiadeira. O cozinheiro dos piões ia com a sua comitiva na frente da boiada. Assim, ele chegava aos pontos de almoço com tempo suficiente para preparar a refeição.

            Todos os mantimentos e equipamentos da cozinha improvisada eram transportados sobre os burros. Esses, com frequência, tinham os lombos feridos pelas pesadas cargas. Eram as pisaduras. Sem medicamento apropriado eu via, com frequência, as cargas serem recolocadas em cima das feridas e o animal sendo forçado a prosseguir viagem. Sob chibatadas os gemidos dos animais seguiam o compasso vacilante dos seus passos.

            Nós somos como esses animais indefesos. Sob uma carga que nos causavam pisaduras éramos chicoteados pelo inimigo. Mas Jesus tomou o nosso fardo sobre Si e “pelas Suas pisaduras fomos sarados”. Sim o Seu ministério de cura não se encerrou ali no tanque de Betesda. Hoje Ele continua ao lado de cada sofredor e, qual bom samaritano, Ele continua curando as feridas da humanidade.

 

Segunda

            A filosofia grega considerava o corpo um entrave para que a alma desfrutasse da plenitude da vida. Nesse caso a morte era um escape para a alma realizar as suas inspirações. Para a cultura grega o corpo é perverso e irrecuperável e mortal.  A alma é elevada, altruísta e eterna.

A Bíblia afirma que não existe essa dicotomia advogada pelos gregos. Nós somos um todo mortal e quando o corpo sofre a mente sofre e quando essa sofre o corpo sofre. Isso significa que uma cura física pouco significa se espiritualmente as coisas não vão bem.

Esse todo que forma a vida humana foi bem identificado por Cristo em Seus milagres. Sempre que efetuava uma cura Jesus procurava realizar uma reabilitação completa, ou seja: corpo mente e espírito.

A filosofia grega proposta por Satanás é uma contrafação da verdade. Ela culpa o corpo pelos nossos deslizes e que, com a extinção deste, tudo estará resolvido. Satanás implantou essa ideia torcendo o princípio bíblico das duas forças que regem a nossa vida.  Paulo afirma que existia dentro dele uma força que insistia em praticar o mal e outra que desejava realizar o bem. Veja que até certo ponto os princípios são parecidos. Mas não tem como extinguir um para alívio do outro. Somos um todo inseparável.

A Bíblia afirma que só Jesus pode neutralizar essa propensão para o mal. “Cristo em vós, esperança da glória” (Colossenses 1:27).  

“Se devemos efetuar gastos com a construção de hospitais, a fim de que possamos trabalhar pela salvação dos enfermos e aflitos, importa que planejemos nosso trabalho de tal maneira que os que desejam ajuda recebam o auxílio de que necessitam. Devemos fazer tudo o que está ao nosso alcance pela cura do corpo; devemos, porém, tornar a cura da alma de muito maior importância. Aos que acodem aos nossos hospitais como pacientes deve-se mostrar o caminho da salvação, a fim de que eles possam arrepender-se e ouvir as palavras: Os teus pecados te são perdoados; vai em paz, e não peques mais” (Conselhos Sobre Saúde, p. 272).

 

Terça

            Ao fazer palestras sobre os malefícios do cigarro costumo dizer que o fumante ciente dos perigos que se expõe ao fumar está sempre com um pé atrás. Qualquer anormalidade de saúde que surja ele se sente culpado e imagina ser consequência do vicio. E quando realmente o é ganha uma consciência que o acusa de dia e de noite. Psicologicamente o fumante se depara com duas agravantes. Primeiro, devido a sua preocupação uma doença poderá surgir com mais frequência e mais cedo. Em segundo lugar, devido ao peso na consciência, a evolução da enfermidade poderá evoluir de maneira mais rápida e agressiva.

Alguém afirmou: Há duas causas que produzem doenças e sofrimentos: uma delas é física – má alimentação e respiração; a outra é física – maus pensamentos e sentimentos. Muitos dos males são causados por desordem emocional; muitos males são causados por desordens mentais. Quando as doenças são causadas por desordem mental elas danificam o sistema muscular e o pulmão. Quando são de caráter emocional, elas danificam o coração, o fígado, o sistema respiratório e os vasos sanguíneos.”

Existe uma corrente de pensamento que afirma que todas as doenças e sintomas físicos tem a ver com alguma desordem psicológica. Por exemplo: bronquite é consequência de um ambiente familiar inflamado. Até onde isso é verdade não sabemos mas de uma coisa podemos estar certos: uma mente doentia é sinal de corpo doente. A Bíblia afirma: “O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos” (Provérbios 17:22) e “A luz dos olhos alegra o coração, a boa notícia fortalece os ossos”  (Provérbios 15:30).

Antes de poder ser curada a enfermidade física, Cristo precisava dar alívio à mente, e purificar a alma do pecado” (A Ciência do Bom Viver, p. 77). “É o dever de toda pessoa, por amor de si mesma, e por amor da humanidade, instruir-se quanto às leis da vida, e a elas prestar conscienciosa obediência... Cumpre-lhes estudar a influência da mente sobre o corpo, e deste sobre aquela, e as leis pelas quais são eles regidos” (A Ciência do Bom Viver, p. 128). “A relação existente entre a mente e o corpo é muito íntima. Quando um é afetado, o outro também o é. O estado da mente afeta a saúde do sistema físico” (Conselhos Sobre Saúde, p. 28).

Jesus sempre mostrava que a cura física, para perdurar, depende de uma mente solidamente firmada Nele. Diz a nota do rodapé da página 58 da lição: “...não há dúvida de que a paz de espírito que resulta de conhecer o Senhor pode ter um impacto positivo sobre nós, até mesmo fisicamente”.

 

Quarta

            O homem foi criado com imortalidade condicional. Ele escolheria viver eternamente ou morrer. Ele escolheu a última opção não por vontade de morrer, mas porque cedeu às insinuações de Satanás.

            A promessa do inimigo de que “certamente não morrereis” continua fazendo vítimas ao longo da história. A doutrina da imortalidade, semeada no Éden tem produzido fruto aos montões. Milhares de pregadores, com a Bíblia nas mãos, usam o púlpito para disseminar essa doutrina diabólica.

            Para a maioria das religiões todos os seres humanos serão salvos. Alguns pregam que a reencarnação é uma imposição obrigatória e imposta a todos os homens para que todos sejam salvos. Outros insistem em afirmar que aquele que morreu em pecados poderá ser salvo pelas orações de terceiros e que jamais ele morrerá de verdade.

            Um corpo já reduzido a pó voltar à vida é algo humanamente impossível. Mas é isso o que Jesus promete para todo aquele que Nele crê. Foi para isso que Ele veio a este mundo. Disse Ele: ... Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10). A pergunta feita por Jesus a Marta junto ao túmulo de Lázaro é dirigida a cada ser humano ao longo da história: “E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” (João 11:26).

            Não demorou muito para que Marta se certificasse de que “quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá”  (João 11:25). Hoje choramos a ausência daqueles que partiram, mas a promessa divina é: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:16).  Pelo desenrolar das profecias sabemos que esse momento está prestes a raiar.

 

Quinta

            Sempre questionei o dilúvio de milagres existente em muitas igrejas hoje. Que pessoas são curadas é verdade, mas de onde vem o poder? Vemos igrejas que advogam credos diferentes operando grandes milagres. Está o Espírito Santo dividido? E se estes que não observam os princípios de saúde e pisam a Lei de Deus realizam tantos milagres por que esses milagres não é marca registrada de um povo que observa a Palavra do Senhor?

Ellen G. White nos adverte: “Se aqueles por quem são realizadas curas, acham-se dispostos, por causa dessas manifestações, a desculpar sua negligência da lei de Deus, e continuam em desobediência, embora tenham à disposição poder ilimitado, não se segue que possuam o grande poder de Deus. Ao contrário, é o poder operador de milagres do grande enganador. Ele é transgressor da lei moral, e emprega todo ardil que possa usar para cegar os homens a seu verdadeiro caráter. Somos advertidos de que nos últimos dias ele trabalhará com sinais e prodígios de mentira. E continuará esses prodígios até ao fim da graça para que os indique como prova de que ele é um anjo de luz e não de trevas” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, páginas 50 e 51). 

“Não precisamos ser enganados. Cenas assombrosas, com as quais Satanás estará intimamente ligado, terão lugar em breve. A Palavra de Deus declara que Satanás operará milagres. Fará com que as pessoas fiquem doentes, e depois, de repente removerá delas seu poder satânico. Serão consideradas então como curadas. Essas obras de cura aparente levarão os adventistas do sétimo dia à prova. Muitos que tiveram grande luz deixarão de andar na luz, porque não se tornaram um com Cristo” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 53).

“Antes do fim do tempo ele [Satanás] operará maravilhas ainda maiores. Até aonde chegar o seu poder, ele há de realizar verdadeiros milagres. Dizem as Escrituras: "E engana os que habitam na Terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse" (Apocalipse 13:14) - não meramente os que ele pretende fazer. Esse texto apresenta alguma coisa mais que simples ilusões” “Testemunhos Seletos, vol. 1, p. 122).  

Sabemos que Deus tem operado muitos milagres entre o Seu povo. Mesmo, não fazendo dos milagres a nossa bandeira, é necessário um esforço especial da parte da igreja para compartilhar essas bênçãos com as pessoas ao nosso redor.

 

Conclusão

            Jesus demonstrou especial compaixão pelos enfermos e sofredores de um modo geral. Ele curava as enfermidades do corpo e do espírito promovendo uma restauração completa do moribundo. Embora Ele não fizesse nenhum proselitismo a respeito dos milagres, esses levaram muitos a crerem Nele.

            A Sua maneira simples de agir é um desafio para nós hoje.

           

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Discipulado das crianças


Comentário da Lição da Escola Sabatina de 18 a 25 de janeiro de 2014, preparado por Carmo Patrocínio Pinto ex-diretor do Jornal Esperança e autor de Reavivar a Esperança, uma meditação para qualquer ano. O comentarista é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central de Taguatinga.

 

Introdução

            Embora o povo Hebreu desse um valor especial às crianças e às mulheres, foi Jesus quem colocou as crianças e as mulheres em situação de igualdade. Em Seus dias as mulheres e as crianças não eram contadas como integrantes de uma população.

            Mesmo no milagre da multiplicação dos pães narrado pelos quatro evangelistas as mulheres e crianças não fizeram parte da somatória final de pessoas beneficiadas. Marcus, Lucas e João são claros em afirmar apenas a quantidade de homens alimentados. Mateus é o único que claramente exclui crianças e mulheres da contagem oficial. Diz ele: “Ora, os que tinham comido eram quatro mil homens, além de mulheres e crianças” (Mateus 15:38).

            De todos os excluídos nos dias de Jesus, incluindo mulheres, crianças, publicanos, enfermos e os pobres, as crianças foram as que mais receberam a atenção e simpatia do Salvador. Ele não só as tratou com especial deferência, mas trazendo-as para junto de Si as colocou como um padrão a ser atingido por todo aquele que almeja um dia estar no Céu. Disse Ele: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18:3). Se em Seu ministério Jesus deu especial atenção às crianças é porque Ele sabe do potencial que elas significam.

            Duas coisas me marcaram em meus primeiros contatos com a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Aos cinco anos de idade quando comecei a frequentar a Igreja, eu e meus irmãos recebemos várias visitas da saudosa irmã Maria Miranda. Ela nunca chegou a nossa casa com alguma guloseima ou brinquedo. Chegava sempre de mãos vazias. Mas foram as suas mãos vazias que ela usava para nos acariciar e, com uma simpatia ainda bem visível em minha lembrança, nos colocava nos braços de Cristo onde, graças a Ele, me encontro até os dias de hoje.

            Em nossa igrejinha não existia sala para as crianças e apenas um banco nos separava dos adultos no momento do estudo da lição. Naquela época a então Missão Goiano Mineira enviou o obreiro Carlos Alberto Trezza para pastorear o distrito de Uberlândia que envolvia todo o Triangulo Mineiro. Ao chegar à nossa igreja ele foi enfático: “As crianças necessitam ter uma sala exclusiva para elas.” Quando, pela primeira vez, adentrei aquela sala ainda cheirando a tinta e construída especialmente para mim foi como se o Céu me envolvesse. (Logo depois Carlos Trezza foi transferido para a Casa Publicadora Brasileira onde foi redator chefe por muitos anos).

 

Domingo

            Dezenas de vezes Deus orientou os filhos de Israel a não oferecer os seus filhos em sacrifício a Moloque, uma prática comum entre os povos daquela época. Mesmo com todas essas orientações e advertências não impediram que o rei Manassés, de Judá usasse dessa prática abominável. Falando desse rei diz o Livro Sagrado: “E até fez passar a seu filho pelo fogo, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro e ordenou adivinhos e feiticeiros; e prosseguiu em fazer o que era mau aos olhos do Senhor, para o provocar à ira” (2 Reis 21:6).

            Centenas de anos depois Deus usa o profeta Jeremias para fazer lembrar o triste acontecimento: “E edificaram os altos de Tofete, que está no Vale do Filho de Hinon, para queimarem no fogo a seus filhos e a suas filhas, o que nunca ordenei, nem me subiu ao coração” (Jeremias 7:31)

            Não é necessário observar muito para concluirmos que no Israel espiritual de hoje os altos de Tofete estão sendo cultuados por muitos pais que inadvertidamente colocam suas crianças nos braços incandescentes de Moloque. São jogos inocentes na internet, filmes e vídeos que incitam a promiscuidade e o crime, formação inadequada do estilo de vida enquanto as coisas que edificam o caráter são olvidadas.

            Deus sempre esteve preocupado com as crianças. Quando Agar e Ismael foram expulsos de sua casa e em desespero perambulavam pelo deserto onde a morte seria certa ela abandonou o filho debaixo de um arbusto e se afastou para não vê-lo morrer de sede. Enquanto ambos choravam foi a voz do menino ouvida por Deus e o socorro apareceu de imediato.

            Quando Jacó retornou da casa de Labão ele temia a reação de seu irmão e inimigo Isaú. Pela providencia divina tudo terminou em euforia. Depois do encontro providencial, ainda no deserto, Isaú convidou Jacó para adiantar os passos e acompanhar o marchar de seus cavalos. Jacó com uma lucidez pouco vista nos dias de hoje respondeu: “Meu senhor sabe que estes filhos são tenros, e que tenho comigo ovelhas e vacas de leite; se as afadigarem somente um dia, todo o rebanho morrerá.
Ora passe o meu senhor adiante de seu servo; e eu irei como guia pouco a pouco, conforme ao passo do gado que vai adiante de mim, e conforme ao passo dos meninos, até que chegue a meu senhor em Seir” (
Gênesis 33:13-14).

            Existe hoje uma tendência de fazer as crianças pensar, se vestir e agir como adultos. Está faltando Jacós na Igreja e está sobrando Isaús. Nesse momento deve os pais responsáveis dizer para o mundo: “Eu irei como guia pouco a pouco... e conforme ao passo dos meninos.”

 

Segunda

            Na primeira página que escrevi da Meditação Reavivar a Esperança mencionei o texto bíblico de Lucas 2:40 onde lemos: “E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele” (Lucas 2:40).

            Aos 12 anos Ele demonstrou um conhecimento superior aos sábios e doutores de Sua época. Com certeza o crescimento e desenvolvimento harmônico de Jesus não aconteceu por acaso. Diz Ellen G. White: “Jesus estudou as Escrituras na infância, na juventude e na fase adulta. Como criança, aos joelhos de Sua mãe, do rolo dos profetas recebia diariamente instruções” (Educação, p 185).

            Ellen G White afirma na página 70 de O Desejado de Todas as Nações que Jesus não frequentou as escolas de Seu temo e teve em Sua mãe a única professora de Sua infância.

            Foi esse estudo diário do rolo dos profetas que Lhe forneceu a sabedoria bíblica necessária para afastar Satanás de Si no monte da tentação.

            Uma escola cristã é importante na formação de nossas crianças mas pouco ela poderá fazer caso ela não seja a continuidade da escola do lar. Que os pais de hoje sejam exímios professores e direcionem os seus filhos para o Mestre dos mestres.

 

Terça

            Jesus sempre demonstrou o Seu carinho e apreço pelas crianças. Em Seu ministério Ele não apenas curou mas chegou mesmo a ressuscitar crianças. Um fato curioso que ao fazer esses milagres o Mestre demonstrou claramente a Sua compaixão não só pelas crianças mas também pelos pais aflitos que O procurava como a única fonte de esperança.

            Os meus pais eram primos e quando se casaram não havia os esclarecimentos que temos hoje. Dos treze filhos nove morreram antes de completar os dois anos de idade. As filhas mulheres em número de seis faleceram todas.

Dos quatro filhos que escaparam eu foi o que esteve mais próximo da morte. Até os dois anos de idade eu não andava, não falava e tinha um corpo tão esquelético que os meus pais me apelidaram de “cisco”. Não existia nenhuma benzedeira em nossa região que não me conhecesse.

Mesmo procurando auxílio em fontes que nada podiam oferecer Deus Se manifestou compassivo poupando a minha vida. Ele sabia da dor que afligia os meus pais e achou por bem poupá-los de mais um golpe.

Minha mãe tinha por costume levantar várias vezes durante a noite para ver como eu estava. Em uma dessas vezes resolveu passar os olhos pelas outras crianças. Ao chegar na rede de uma de minhas irmãs de dezoito meses ela estava sem vida envolta em seu próprio vômito.

No dia final minha mãe voltará à vida e, para a sua alegria, o mesmo Jesus que ressuscitou o filho da viúva de Naim e trouxe à vida a filha de Jairo devolverá a vida a todos os meus irmãos. Imagino a algazarra que tomará conta daquele pequeno cemitério no Triangulo Mineiro. E o melhor de tudo todas as mães receberão nos braços os filhos que dormiram no Senhor. (Ver páginas 137, 138 e 291 de Reavivar a Esperança).

 

Quarta

            Comparando o que tínhamos a setenta anos atrás com o que temos hoje, a nossa Igreja conseguiu alguns avanços no atendimento das crianças. Enquanto naquele tempo tínhamos apenas a lição das crianças hoje temos lições para todas as faixas etária dos pequenos.

            A revista Nosso Amiguinho com as suas duas apresentações tem sido uma ferramenta importante para os pais ao oferecer lazer e cultura para os pequenos. Essa revista tem ajudado as crianças adventistas e não adventistas. Somando a isso temos um grande leque de literatura infantil produzido por nossas editoras que colaboram para a formação dos pequenos.

Temos o Clube dos Desbravadores e por último foi criado o Clube dos Aventureiros. Eles não só tem contribuído para manter as crianças na igreja como também promove de maneira positiva o nome da Igreja diante da sociedade.

A Escola Adventista tem desempenhado um papel importante na formação das crianças quer sejam adventistas ou não. E a promoção das escolas Cristãs de Férias tem sido um atrativo a mais para despertar em crianças não adventistas o seu interesse pela Igreja.

Por sua vez a Igreja tem desenvolvido campanhas visando a proteção das crianças no que tange a violência física e ao abuso sexual dos menores. Tais campanhas tem merecido o aplauso de autoridades eclesiásticas e políticas.

É lamentável que alguns pais ao dispor de todos esses instrumentos se acomodam na esperança de que eles por si só alcancem os resultados esperados. Tudo isso é muito bom mas jamais são capazes de substituírem o relacionamento diário entre pais e filhos acompanhados de oração e permanente estudo da Bíblia.

 

Quinta

            Quando eu vendia livros de porta em porta havia uma recomendação básica. Demonstrar interesse pelos animais de estimação da casa era uma arma poderosa para alcançarmos a simpatia de seus donos. E qual pai não fica orgulhoso diante de um elogio sincero feito a um de seus filhos? Eram premissas que não poderiam ser olvidadas.

O texto de Marcus 10:13 a 16 fala de um grupo de discípulos que estavam dificultando o acesso das crianças ao Mestre. Esse grupo foi seriamente advertido por Cristo. Disse Ele: “Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus” (Marcus 10:14).

A orientação de Jesus é válida para pais, educadores, membros da Igreja e para toda a sociedade.  Devemos Não só manter os caminhos abertos para que as crianças venham a Cristo mas ajudá-las e incentiva-las a que se aproximem de Jesus.

 

Conclusão
           
Costumo dizer que os dois primeiros anos de uma criança são de frustrações e de sonhos interrompidos. É o dedinho na tomada que aos gritos a mamãe não permite que aconteça. É o abortamento daquele empoleirar-se em uma cadeira para olhar pela janela de um apartamento do décimo andar de um prédio ou a tentativa frustrada de ingerir um produto corrosivo imaginado ser suco.

            É impressionante como elas aprendem tantas palavras sendo que a mais ouvida é não, não e não. Nem por isso elas se desanimam de se lançar em novos empreendimentos. Elas são criativas e fazem da curiosidade a sua arma para desvendar os “mistérios” que as envolvem.

            Elas não transformam os “não e não em frustrações. Elas fazem de cada “não” um degrau a mais a ser galgado na íngreme escada do conhecimento. Que lição para nós adultos que facilmente nos desanimamos diante de qualquer pena de galinha em nosso caminho!

            Toda criança conta com excelentes professores em seus primeiros anos de vida. Mas os melhores professores serão aqueles que aprendem com elas o segredo de nunca desistir.

 

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