Comentário da Lição da Escola Sabatina de 28 de setembro a 5 de outubro de 2013, preparado por Carmo Patrocínio Pinto, ex-diretor do Jornal Esperança e autor de Reavivar a Esperança, uma meditação para qualquer ano. O comentarista é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central de Taguatinga.
Introdução
O autor da Lição inicia o estudo sobre o Santuário enfatizando o pouco que conhecemos sobre ele. Realmente conhecemos muito pouco desse assunto tão vasto. Mas duas coisas devem ser consideradas quando se fala do santuário. A primeira é que não conhecemos tudo o que foi revelado a seu respeito e a segunda, é que Deus revelou o necessário para entendermos o plano da redenção.
Temos a certeza de que todo aquele que estuda a Palavra de Deus com oração e humildade, Deus vais clarear os pontos obscurecidos e irradiar a luz suficiente para lhe mostrar o caminho que leva ao Céu.
Deus não necessita de um lugar para a Sua habitação. Uni presente como Ele é pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo inclusive no coração de cada alma contrita. A Bíblia afirma: “Porque assim diz o Alto e o Excelso, que habita na eternidade e cujo nome é santo: Num alto e santo lugar habito, e também com o contrito e humilde de espírito, para vivificar o espírito dos humildes, e para vivificar o coração dos contritos” (Isaías 57:15).
Existem duas razões para o santuário ser a morada de Deus. A primeira razão não é porque Deus não tenha e nem necessite de um lugar para a Sua habitação. Mas é unicamente para que nós, seres humanos, tenhamos uma referencia de onde encontrá-Lo.
A segunda razão é que, em Sua imensa sabedoria, Ele quis retratar aqui na Terra o que acontece no Céu no que tange a dinâmica de nossa salvação. Assim, Ele uniu útil ao agradável. O ato de busca-Lo no santuário faz com que encontremos com Cristo ministrando em nosso favor.
O estudo do santuário é algo maravilhoso. Compreender o que Cristo fez e faz para nos salvar é necessário e ao mesmo tempo é muito gratificante.
Domingo
Deus revela o local de Sua habitação tanto no Céu como na Terra. É o Santuário. Sabemos que Ele é onipresente e que habita “num alto e santo lugar” e também com o “abatido de espírito”. Ele sabe que somos pecadores carentes de Salvação, assim Ele relacionou a Sua morada com o local onde a nossa salvação acontece. Sempre que olharmos para a Sua morada estaremos olhando para o Santuário e sempre que olhamos nos deparamos com Cristo intercedendo por nós.
O fato de olharmos para o santuário estar nos céus onde Deus habita e Cristo intercede por nós nos leva a dois raciocínios: primeiro, faz com que nos esqueçamos das coisas terrenas e nos mantenhamos sempre voltados para cima. Segundo, nos leva a entender que em qualquer momento o nosso refúgio vem de cima.
Paulo faz um veemente convite a todos nós: “Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno” (Hebreus 4:16).
Segunda
O fato de a Bíblia dizer que Deus tem um trono e de que está sentado nele não quer dizer que Deus está comodamente sentado em um trono de ouro ou marfim para se ufanar de Sua grandeza. Creio que o propósito maior é que entendamos a Sua grandiosidade e que todos os reinos e autoridades estão sob a égide do Seu poder.
Ele esta acima de todos os reinos.
Ele é Rei dos reis e Senhor dos Senhores. Deus nos mostra a Sua glória, o Seu poder para que não venhamos a por a nossa fé em alguma coisa terrena e que resulte em frustração para nós.
Quantos por ai estão se firmando em riquezas, fama ou em algum ser humano falível. Felizmente nos temos em quem confiar. Deus nos oferece paz e segurança. Ele é a Rocha capaz de nos proteger.
Vivemos em um mundo onde a injustiça impera e a maioria não acredita que um dia o Senhor agirá com justiça. O salmista afirma: “Justiça e juízo são a base do teu trono; benignidade e verdade vão adiante de ti” (Salmo 89:14).
O autor da Lição nos adverte que assim como a justiça e o amor são à base do trono de Deus, essas virtudes devem fazer parte de nossas vidas, e afirma: “É um sagrado privilégio fazer isso.”
Terça
O autor da lição confirma um pensamento que abordei no inicio deste estudo: “A visão do trono celestial é uma visão do Santuário Celestial.” E acrescentamos o porquê Dele associar o Santuário com a Sua morada.
O livro do Apocalipse retrata a grandiosidade do nosso Deus. Ela se equipara a apresentada por Isaías no capitulo quatro do seu onde ele ressalta o temor que lhe causou estar diante da magnificência do Infinito: Exclamou ele: “Ai de mim! pois estou perdido” (Isaías 6:5).
É interessante pensar que Isaías estava diante do trono, isso quer dizer que Ele estava diante do único ser no mundo que o poderia salvar, pois do trono emana amor e graça e foi justamente nesse momento que ele imaginou que seria consumido. Isaías não foi consumido, mas os seus pecados sim. Uma brasa trazida do altar purificou a sua língua e a sua vida.
João ao ver esse amor que não mata, mas redime exclamou: “Digno és”,
(Apocalipse 04:11).
Quarta
Há poucos dias houve uma manifestação em frente ao Supremo Tribunal Federal de Justiça, quando um grupo de pessoas atiraram pedaços de pizza na escultura que representa a justiça. Era uma represália ao ato do supremo em conceder aos réus do Mensalão a oportunidade de ir a novo julgamento. Para os sedentos de justiça a ação do Supremo extrapolou os limites da paciência.
O meu pai contava a história de um jovem advogado a quem o pai confiou a condução de todos os processos que tinha em mãos. Certo dia o filho chegou sorridente e com uma boa dose de confiança própria foi dizendo: “Hoje eu resolvi aquela causa que por mais de trinta anos o senhor não conseguiu resolver.” Ciente do que estava acontecendo o pai lamentou: “Você jogou fora uma das melhores minas de dinheiro.” E continuou: “Com aquela causa eu formei você e seus irmãos, ela também é responsável por uma boa parte do patrimônio que temos hoje.” Esse profissional do direito estava interessado mais no dinheiro de seu cliente do que em fazer justiça.
Em breve Deus agirá com justiça. Ele não age impulsionado por dinheiro e nem usa de paternalismos e nem de corporativismo. Diante Dele a justiça é igual para todos.
Quinta
Antes de João relatar a magnificência do santuário celestial, Moisés, teve uma visão no monte Sinai na qual Deus mostrava detalhes sobre o santuário celestial. A construção do santuário terrestre envolveu muitas minúcias que, a primeira vista, parece supérfluo. Mas quando vemos a maneira como João descreve o Santuário no Apocalipse entendemos melhor a ordem divina: “Atenta, pois, que os faças conforme o seu modelo, que te foi mostrado no monte” (Êxodo 25:40).
Já que naquela época não existia máquina fotográfica e nem filmadora, provavelmente, Moisés teve de fazer anotações de tudo que lhe era mostrado para que a orientação divina fosse seguida a risca. E quando lemos Isaías, Hebreus, o Apocalipse e outros textos bíblicos que mencionam detalhes sobre o Santuário entendemos melhor quão magnificente ele é.
Temos que entender tanto a planta física do Santuário como o propósito de sua criação. Ele foi criado depois do pecado, portanto criado por nossa causa.
No Santuário temos uma noção de quão terrível é o pecado. Quanto detalhe para que a nossa salvação se tornasse possível!
Conclusão
Na nota da lição de sexta-feira a irmã Ellen G. White mostra quão profundo e maravilhoso e o Santuário e o seu significado. Ela afirma que Paulo ficou maravilhado e que teve dificuldade para descrevê-lo.
Esta diante de nós uma rara oportunidade de entendermos um pouco mais por onde passa o caminho de nossa salvação. Os detalhes que envolvem o Santuário nos dá uma ideia de quão cuidadosos devemos ser com a nossa salvação.
Depois de entender um pouco mais da glória e santidade que envolve o Santuário, Paulo nos adverte: “Efetuai a vossa salvação com temor e tremor” (Filipenses 2:12).
sábado, 28 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
Reavivamento prometido: missào cumprida
Comentário da Lição da Escola Sabatina de 21 ao dia 28 de setembro de 2013. Preparado por Carmo Patrocínio Pinto ex-diretor do Jornal Esperança e autor de Reavivar a Esperança, uma meditação para qualquer ano. O comentarista é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central de Taguatinga, DF.
Introdução
Chegamos ao final de mais uma série de lições da Escola Sabatina. Foi u estudo apaixonante. Pena que notamos certo desinteresse em estudá-lo da parte de alguns membros da Igreja. Não sabemos se algum dia voltaremos a estudar esse tema. Talvez, essa tenha sido a última oportunidade.
Para que seja concretizada a pregação do Evangelho em todo o mundo deparamos com duas situações preocupantes. Primeiro, o vertiginoso índice demográfico da população mundial supera em muito o crescimento da Igreja adventista, o que dificulta para a Igreja anunciar a mensagem de salvação a toda nação, tribo, língua e povo.
A segunda situação é certa indiferença que notamos sobre o assunto visível na maneira de ser e proceder de um grande número de membros da Igreja.
Mas de um detalhe não podemos esquecer. O reavivamento associado ao término da pregação do evangelho é profecia bíblica e, independente das nossas dúvidas ou indiferenças terão o seu cumprimento.
Com certeza Deus vai agir no momento certo, a mensagem será anunciada e Cristo voltará.
Domingo
O IDE de Jesus esta soando desde a Sua ascensão no monte das Oliveiras. Seria mais difícil para os discípulos aceitarem esse desafio naquele tempo do que nós hoje. Dois fatores colaboram para esse pensamento. Primeiro eles eram um grupo de pessoas reduzido comparados com a população mundial naquele tempo.
Em segundo lugar naquela época não existia nenhuma tecnologia que pudesse facilitar a pregação do evangelho. O sucesso alcançado foi unicamente resultado da obra do Espírito Santo. Eles cumpriram a missão para aquele tempo. A Bíblia afirma: “Se é que permaneceis na fé, fundados e firmes, não vos deixando apartar da esperança do evangelho que ouvistes, e que foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, fui constituído ministro” (Colossenses 1:23).
O autor da Lição afirma que independente das aparentes dificuldades que possam existir a promessa de Deus se cumprirá.
Embora a participação humana seja necessária e importante para a finalização da obra não será ela a única responsável por esse feito impossível de ser realizado só com as limitações humanas. O poder do Espírito Santo agirá fazendo a grande diferença.
Ele fará com que o IDE apresentado aos discípulos soe de maneira poderosa aos nossos ouvidos fazendo com que a mensagem seja anunciada com coragem e determinação.
Apenas o poder prometido fará com que a mensagem flua de maneira rápida e abrangente.
Segunda
Era dia vinte e nove de setembro. O ano não me lembra, eu era muita criança. Até aquele dia ainda não havia chovido naquela região das Minas Gerais e um tio meu comentava com meu pai: “estamos no final do mês de setembro e as chuvas ainda não chegaram”.
Éramos agricultores e aguardávamos com ansiedade a chegada das chuvas quando o céu fumacento se transformava em nuvens escuras e a chuva caia em meio à ventania, raios e trovões.
Antes que a chuva chegasse o ambiente era desanimador. O gado emagrecido desfilava lentamente como se em contrita procissão pedindo chuva. A vegetação ressequida e coberta de poeira era castigada ainda mais com um Sol causticante e abrasador.
A única coisa que nos trazia um pouco de alento era ouvir o sabiá insistir em dizer com o seu cântico melancólico: “dia sete de setembro tem chuva, tem chuva, tem chuva”. Era frequente passar o dia sete de setembro sem que a chuva aparecesse.
Lembro-me de ver pessoas, em penitencia, subir encostas com baldes de água e molhar o pé de alguma cruz plantada no alto de algum morro para que a chuva caísse.
Em meio ao cenário tétrico comum no mês de setembro, um quadro sempre me chamou a atenção. É ver as mangueiras que, mesmo em meio ao calor causticante, se revestem de flores. Parece que elas têm certeza de que a chuva virá e se adiantam para que quando ela chegar os frutos já esteja a caminho.
Para muitos de nos hoje a vida espiritual apresenta um senário desolador; árida, sem vida, enfumaçada. Mas a promessa de chuva abundante é divina e em seu tempo se cumprirá. Cabe a nós, que vivemos em meio à aridez de um mundo inóspito, produzir flores que no tempo certo receberão as bênçãos da chuva serôdia e se transformarão em bênçãos de conversos para a eternidade.
Terça
É interessante ver como Deus age na comunicação com os Seus filhos. Ele usa expressões familiares ao ser humanos para transmitir os Seus ensinamentos. Enquanto esteve na terra Jesus usou parábolas e ilustrações ligadas ao cotidiano das pessoas. A parábola do semeador e suas colocações no sermão da montanha são exemplos bem claros.
Ao usar a água para simbolizar o Espirito Santo Ele transmite algumas lições. A água ocupa todos os espaços. Em um balde cheio de pedras ainda cabe muita água. Mas em um balde cheio de água não dá para acrescentar mais nada.
Somos orientados a tomar oito copos de água por dia e setenta por cento do nosso corpo é água. Devemos ingerir alimento quando estamos com fome, mas a ingestão de água deve acontecer independente de estarmos ou não com sede.
A água lava toda a sujeira do nosso corpo. Ela é um bem abundante na natureza e comum a todas as pessoas. Ela faz bem ao nosso corpo por dentro e por fora.
Em Sua sabedoria Deus usa a chuva para exemplificar a descida do Espirito Santo. É curioso que a chuva cai dos céus. Assim é o Espirito Santo. Ele também vem de cima.
A chuva cai independente de nossa vontade embora a sua demora em chegar desperta no agricultor o desejo de que ela caia o mais rápido possível e a sua escassez é motivo de preocupação e angustia. Já a chuva do Espirito Santo deve ser desejada e buscada com todo o empenho. Para ter um bom aproveitamento da chuva o agricultor prepara a terra e a semente.
O agricultor sabe que sem a chuva não adianta semear e todo o seu trabalho é vão. Assim nós devemos nos conscientizar que sem a chuva do Espírito Santo o nosso trabalho é vão. O nosso dever é semear com a certeza de que o Espirito Santo fará a semente germinar, crescer e frutificar. Quão importante Ele é em nossa vida!
É nosso dever clamar pela chuva serôdia, se alimentar da Palavra e estreitar os nossos relacionamentos na horizontal e na vertical. As pessoas que no passado e, ainda agora, sobem encostas para rezar ao pé de alguma cruz pedindo chuva, longe de serem criticadas, nos transmitem uma grande lição. Quem dera seguíssemos o seu exemplo no que se refere à chuva serôdia.
Quarta
A água e o fogo são frequentemente usados na Bíblia para representar o poder e a glória de Deus.
Do meu ponto de vista a sarça, que diante de Moisés aparece envolta em labaredas e não se queima, retrata bem a atuação do Espirito Santo em nossa vida. Ele nos purifica sem, contudo nos consumir. O processo, embora doloroso poupa a nossa vida e a purifica ao mesmo tempo em que a santifica.
No pentecostes o fogo consumiu as indiferenças que permeavam entre os apóstolos e fez deles pessoas consagradas e prontas para a pregação do evangelho. O processo foi dolorido? Com certeza sim! Eles tiveram de abrir mãos de ressentimentos acariciados e aspirações egoístas.
Os juízos de Deus também se manifestam através da água e do fogo. Foi assim que aconteceu com Nadabe e Abiu ao tocarem na arca de Deus e serem consumidos com fogo.
No diluvio os juízos de Deus caíram sobre a Terra em forma de água e no final do milênio serão em forma de fogo. Diz Malaquias: “Pois eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como restolho; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo” (Malaquias 4:1).
Quinta
Certa vez vi uma imagem na televisão que me chocou. Em certo país, não me lembro qual, ocorreu uma grande inundação. Em meio aos torvelinhos de água barrenta apareceu uma jovem adolescente que lutava bravamente por sua vida. Não havia como resgatá-la e agarrada a alguma coisa ela se mantinha apenas com a cabeça fora da água. O volume de água foi aumentando até que a cobriu por completo. A última imagem foi a sua mão acenando para as câmaras com um até nunca mais.
Esse é o mundo em que vivemos. Desastres, incêndios, tormentas, violência, fome, dor, aflição e morte fazem parte do nosso dia a dia. Mas a promessa de Deus é que essa igreja, hoje letárgica, será revestida de poder e com ousadia concluirá a pregação do evangelho a todo o mundo e então virá o fim. Sim, Deus promete um fim para tudo de mal que existe hoje. Será o fim do grande conflito e o alvorecer de um novo mundo sob a égide da justiça, da paz e da ordem.
O Dragão, que até agora tem lutado freneticamente para destruir os filhos de Deus, será vencido pelo Cordeiro. A promessa de Deus é: “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro” (Apocalipse 12:11).
O grande Conflito chegará ao fim com uma abrangente atuação da Igreja anunciando a última mensagem de misericórdia. Os membros da Igreja de hoje que permanecerem acomodados preguiçosamente na rede da indiferença “será quebrantado de repente sem que haja cura”.
Conclusão
O nosso dever é pregar a mensagem de salvação a todo o mundo. Mas a decisão pela verdade é obra do Espirito Santo. Essa união do humano com o divino é que preparará o mundo para o juízo final. Que privilégio fazer parte desse grande momento
domingo, 15 de setembro de 2013
Reforma: quebrando relacionamentos quebrados
Comentário
da Lição da Escola Sabatina de14 a 21 de setembro de 2013, preparado por Carmo
Patrocínio Pinto ex-diretor do Jornal Esperança e autor de Reavivar a
Esperança, uma meditação para qualquer ano. O comentarista é membro da Igreja
Adventista do Sétimo Dia – Central de Taguatinga, DF.
Introdução
Está
diante de nós o segundo tema mais complicado do trimestre. O primeiro foi a
lição “Unidade: o vínculo do reavivamento.” Mais uma vez um tema fácil de ser
compreendido e difícil de ser praticado.
Os que leram o meu comentário sobre
aquela lição vão se lembrar do que escrevi na introdução, onde adaptei um céu
coerente com as indiferenças e porfias existentes entre nós.
O autor da lição deixa claro que mesmo
depois do Pentecostes surgiram divergências entre os apóstolos. E em nossos
dias dificilmente vamos encontrar um irmão que não esteja descontente com
alguém na Igreja. Isso nos mostra o quanto Satanás trabalhou e continua
trabalhando para emperrar a proclamação da mensagem.
Pela graça divina as divergências
nos dias dos apóstolos foram superadas. E temos consciência de que se não
permitirmos que essa mesma graça atue poderosamente entre nós, com certeza, haverá
muita mansão vazia na Nova Terra.
Problemas de relacionamento sempre
existiram entre o povo de Deus. A irmã Ellen G. White fala do cuidado que se
exigiu de cada pioneiro para que a unidade doutrinária da Igreja não fosse
afetada. Diz ela: “Procurávamos fazer com que as nossas divergências de opiniões
fossem tão pequenas quanto possível, não insistindo nós sobe pontos que eram de
menos importância, a respeito dos quais havia opiniões divergentes. A preocupação
de toda alma, porém, era promover entre os irmãos uma condição que
correspondesse à oração de Cristo para que Seus discípulos pudessem ser um,
assim como o são Ele e o Pai” (A Igreja Remanescente, p. 21).
Domingo
A
Bíblia apresenta pelo menos três episódios de divergências que aconteceram na
Igreja primitiva. O primeiro, de cunho social, foi o tratamento exclusivista
dado às viúvas e que levou a instituição do diaconato na Igreja.
O segundo foi o desentendimento
entre Paulo e Timóteo por causa de João Marcos. Temendo perseguições, João
Marcos se afastou de Paulo em um momento em que o apostolo contava com o seu
apoio e companhia. Mas em dado momento Timóteo desejou convidar João Marcos
para reintegrar a equipe o que foi veementemente contestado por Paulo, levando
a separação dos dois. Não sabemos como, mas o Espirito Santo trabalhou com os
três e logo depois voltaram a trabalhar juntos.
O terceiro episódio de divergências
foi no âmbito doutrinário. Era necessária uma linha única de orientação para os
conversos gentios e os apóstolos divergiam a respeito. Um concílio realizado em
Jerusalém e presidido por Tiago resolveu o impasse.
Não foi por um simples passo de
mágica que esses conflitos foram resolvidos. De ambas as parte houve muita luta
pessoal e renuncia. Para o bem da Igreja prevaleceu o bom censo. Podemos
imaginar como isso foi difícil para cada um dos apóstolos. Em dado momento,
falando de Pedro, Paulo foi categórico: “eu o resisti na cara”.
Segunda
A carta de Paulo endereçada à Filemom
constitui no mais fidedigno resumo do plano da redenção. Filemom era um crente abastado, tinha um escravo chamado Onésimo,
que o furtou algo, provavelmente dinheiro, e fugiu para Roma. Em Roma
encontrou-se com Paulo e converteu-se.
Sabedor do seu passado, Paulo viu a
necessidade de promover a reconciliação entre os dois. Tratava-se de uma tarefa
difícil. Os dois pertenciam a classes
sociais distintas. Filemom era um próspero empresário e Onésimo um simples
escravo que havia cometido uma falta grave contra o seu senhor e fugiu para não
ser justiçado.
O apelo de Paulo não fica só por ai.
Ele pede para que Filemom receba Onésimo não como escravo, mas como filho. Isso
significava que Onesimo dali para frente faria parte de sua família. Não só
moraria dentro de sua casa e comeria em sua mesa, mas seria também herdeiro de
todo o seu patrimônio como os demais filhos.
Para evitar que Onésimo sofresse
algum tipo de punição Paulo assumiu toda a sua dívida para com Filemom. Ou
seja, fez o mesmo que Jesus fez por nós. Ellen G. White escreve: “Paulo se
propôs voluntariamente assumir o débito de Onésimo para que ao criminoso fosse
poupada a agrura da punição, e pudesse ele de novo se regozijar nos privilégios
que tinha rejeitado. “Se me tens por companheiro”, escreveu a Filemom,
“recebe-o como a mim mesmo”. E, se te fez algum dano, ou deve alguma coisa, põe
isso à minha conta. Eu, Paulo, de minha própria mão o escrevi” (Atos dos
Apóstolos, p. 458).
Terça
Satanás conseguiu semear o
espírito de competição entre os crentes de Corinto. Os que conheceram a
mensagem por intermédio de Paulo se julgavam ser mais importantes do que os
demais que ouviram a mensagem por intermédio de Apolo ou de outra pessoa. Paulo
deixou claro que todos são iguais diante de Deus.
Outro problema que surgiu foi
referente aos dons. Uns julgavam esse ou aquele dom mais importante que os
demais. Paulo afirmou que para o perfeito relacionamento de um corpo, todos os
seus membros são necessário e importante.
O
pé não é mais importante do que o nariz e nem o dedo mindinho menos desprezível
que os olhos. Assim todos os membros da Igreja trabalham dentro de suas
habilidades e dons para o crescimento da Igreja.
Um
terceiro problema que surgiu ente eles foi o espirito de vanglória. Facilmente
se ufanavam daquilo que realizavam na Igreja. Talvez esse fosse o pior problema
que surgiu entre eles, pois foi o pecado que afastou Lúcifer do Céu.
Conheci um padre que se tornou
alcoólatra. Ele era um acurado conhecedor da língua portuguesa e tinha muita
facilidade para falar em público. Com frequência era convidado para casamentos,
aniversários e outros eventos. Passou a se achar importante e a beber com
frequência. Certa vez engasgado ele me confessou: “O meu fracasso foi eu ter me
vangloriado de muitas glórias.” A sua vida terminou na sarjeta e morreu
precocemente. (Ver meditação Reavivar a Esperança, p.174).
É
necessário estarmos vigilantes para que esses pecados ou outros não se manifestem
entre nós e caso já existam que sejam extirpados pelo poder do Espírito.
Quarta
A Bíblia apresenta lições máximas de
pessoas que responderam a provocações com o perdão. O exemplo máximo foi Jesus
que mesmo na cruz orou pelo perdão dos seus agressores.
Enquanto o Mestre, maltrapilho e
ferido, caminhava rumo ao Calvário ele alertou as pessoas que choravam ao Seu
redor dizendo que elas deveriam estar preparadas para os momentos de provas e
aflições. Indo mais longe em sua observação disse: “Porque, se isto se faz no
lenho verde, que se fará no seco?” (Lucas 23:31).
Paulo concita os corintianos a se
reconciliarem com Deus. A reconciliação com Deus deve ser precedida da
reconciliação entre irmãos. E o apostolo faz uma seria advertência: “Irai-vos,
e não pequeis.” Ele completa: “Não deis lugar ao diabo.”
No exercício de perdoar o próximo é
necessário não perdermos de vista o exemplo de Cristo que nos amou e nos ama ao
ponto de morrer pelos nossos pecados.
Quinta
Na minha juventude me enamorei de uma garota
nissei. Na sua família o namoro só poderia acontecer caso eu fosse nissei oriundo
de Okinawa, uma das ilhas japonesas.
Certa vez, caminhávamos pela rua Direita
em São Paulo quando ela me falou: “aquele jovem vestido com roupa assim e assim
que vem ao nosso encontro é o meu irmão mais velho.” No momento eu perguntei
para ela: e o que ele vai dizer agora? “Nada” respondeu ela, e acrescentou:
“Ele vai apenas me cumprimentar para que eu tenha certeza de que ele me viu com
você.” Então ponderei: Agora toda a sua família vai saber do nosso namoro e,
ela mais uma vez se adiantou afirmando: “Primeiro ele vai falar comigo e se eu
persistir no namoro ele vai convidar o meu irmão abaixo dele para juntos
falarem comigo.” Caso eu ainda persista ele convidará mais um membro da família
para juntos falarem comigo. Isso acontecerá até que toda a família seja
envolvida.
Depois de tudo isso virá meu pai e
minha mãe e caso eu não os ouça será reunido todos os familiares e eu serei
excluída do círculo familiar. Depois que nos distanciamos daquele jovem o
namoro terminou. Apenas aquele rapaz ficou sabendo do nosso meteórico
relacionamento.
Aquela família não era cristã, porém,
aplicava o princípio bíblico como poucos entre nós o fazem.
A orientação bíblica é de que os
conflitos sejam resolvidos envolvendo o mínimo de pessoas possível. Isso porque,
quanto mais pessoas se envolverem mais ele se alastra e mais danos causam à
igreja.
Conclusão
Caso não estejamos dispostos que o
Espírito Santo restaure algum relacionamento quebrado é porque o nosso
relacionamento com Ele já está afetado.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Reforma: vontade de crescer e mudar
Comentário
da Lição da Escola Sabatina de 31 de agosto a sete de Setembro de 2013.
Preparado por Carmo Patrocínio Pinto, ex-diretor do Jornal Esperança e autor de
Reavivar a Esperança, uma meditação para qualquer ano. O comentarista é membro
da Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central de Taguatinga, DF.
Introdução
Certa
vez uma mãe me confessou que sua garotinha de cinco anos se queixava de dor nas
pernas. Aquela mãe cochichou em seus ouvidos dizendo que aquela dor era a do
crescimento e quando fosse grande não sentiria mais esse desconforto. A filha
respondeu de imediato: “Mas eu não quero crescer.”
Depois de alguns anos a mãe entendeu
a afirmação da filha. Aquela garotinha havia notado que as pessoas cresciam,
ficavam velhas e morriam. Assim ela não queria crescer para não morrer.
Porém, o crescimento proposto na
lição dessa semana tem consequências diferentes. Ao invés de morrer vamos viver
a plenitude da vida cristã.
Esse crescimento na graça tem um
limite apresentado na Bíblia. Diz o Livro do Senhor: “Até que todos cheguemos à
unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida
da estatura completa de Cristo” (Efésios 4:13).
A
reforma vai despertar em nós o desejo de alcançarmos esse elevado patamar e com
o objetivo de alcança-lo vamos realizar mudanças em nossa vida cristã. Mas tudo
isso só será alcançado se atendermos os apelos do Espirito Santo em despertar
em nós o desejo de crescer.
No
caso da garotinha, contrariando a sua própria vontade, ela cresceu e hoje é uma
senhora adulta. Mas em termos espirituais as coisas não acontecem assim. Caso
recusemos crescer Deus respeita a nossa decisão. Temos de orar para que Deus opere
em nós “tanto o querer como o efetuar”.
Domingo
Diante da recusa dos samaritanos de receber e hospedar
Jesus, Pedro e João ficaram revoltados e aconselharam Jesus a usar medidas
extremas. Aquela cidade deveria, imediatamente, ser destruída com fogo. Até ai
duas coisas estavam acontecendo: Primeiro eles não haviam entendido a missão do
Mestre como salvador de todas as pessoas e segundo eles não estavam convertidos.
Mateus
apresenta o desejo de toda a mãe. Ter os seus filhos em tronos ao lado de
Cristo no Céu. Quando essa mãe
especifica ter um sentado a direita e o outro sentado a esquerda ela não sabia
que esses dois lugares já estava reservado para os dois ladrões que passariam
pela cruz junto com Cristo.
Esse pedido causou ciúmes entre
os discípulos. Mas a atitude egoísta dos dois não ficou só por aí. “Em outra ocasião, durante seus primeiros labores evangelísticos, Tiago e João encontraram alguém que, embora não fosse
reconhecido seguidor de Cristo, estava expulsando demônios em Seu nome. Os
discípulos proibiram-no de fazê-lo, e julgaram que estavam certos assim
procedendo. Mas quando expuseram o assunto a Cristo, Ele os reprovou” (Atos dos
Apóstolos, p. 546).
Thiago e
João ainda teriam um longo caminho a percorrer. Eles não estavam preparados
para o grande trabalho evangelístico que os aguardava. Eram crianças
espirituais e tinham que crescer muito na graça. A experiência do Pentecostes
mudaria por completo a vida deles. Não
mais o desejo de exaltação própria. Mas humildade ao ponto de se entregarem nas
mãos de Deus independente do que viesse a acontecer com eles.
Segunda
Deus está ansioso que o Seu povo
experimente o reavivamento e que faça uma reforma em sua vida espiritual. Para
que isso aconteça Ele proveu o Espírito Santo para impressionar o nosso
coração.
É
Ele que atua em nós “tanto o querer como o efetuar”. Mas autor da lição esclarece: “Deus não
agirá, porém, sem a cooperação do homem. Deus está procurando a nos
impressionar pela necessidade de reavivamento e reforma mas nada será realizado
sem a nossa permissão.
Jesus afirma no Apocalípse que
Ele está batendo na porta do nosso coração. Compete a cada um de nós abrir ou
não a porta para que Ele entre. A Sua promessa é: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha
voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”
(Apocalípse 3:20).
Aqui
entra a declaração de Paulo diante de Festo e Agripa: “Não fui desobediente à
visão celestial.” Para Paulo obedecer a visão celestial ele teria de romper com
todo o Seu passado e isso seria impossível sem a atuação do Espirito Santo.
A
Bíblia afirma que o Espirito intercede por nós com gemidos inexprimíveis: “Do
mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que
havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com
gemidos inexprimíveis” (Romanos 8:26).
Deus
conhece a nossa natureza e tomou as providencias para que o nosso coração se
sensibilize ao Seu chamado. Ele não deseja que nenhum se perca. Inclusive você.
Terça
Antes do reavivamento Pedro tinha por costume resolver as
coisas ao seu modo. Ele se julgava auto competente e senhor das situações. Pedro
tinha um excesso de confiança própria. Em vários momentos Jesus mostrou para
ele que a força humana e a confiança própria nada resolvem sem o auxilio
divino. Compreender isso lhe custou muitas lágrimas. Mas a sua experiência é uma
mensagem de conforto para todos nós.
Mesmo
as mentes mais conturbadas podem ser transformadas caso deem margem a atuação
do Espírito Santo e sejam sensíveis aos Seus apelos.
Os
discípulos conviveram com Cristo durante três anos e meio. Por várias vezes
eles ouviram do Mestre sobre a morte na cruz e a ressurreição e mesmo assim
estavam tomados de dúvidas. Ao ouvir falar da ressurreição de Cristo e de Sua
aparição a muitos, Tomé duvidou que o Mestre houvesse ressurgido.
Jesus
orientou que eles permanecessem em Jerusalém em oração até que do céu fossem
revestidos de poder. Porém, não sabemos o porquê, mas no momento em que Jesus
apareceu entre eles, Tomé não estava orando com o grupo e a dúvida o envolveu.
Não
há como ser vitoriosos por nós mesmos. O espírito de humildade, oração e união
deve nos envolver. Buscar o reavivamento e a reforma de maneira isolada é se
candidatar ao fracasso.
Quarta
O
filho pródigo ao se deparar com a miséria, ao invés de voltar para a casa do
pai, ele se distanciou mais ainda. Foi procurar socorro com o “dono da terra
distante”. O dono da terá distante não tem nada de bom para oferecer. O pródigo
que até a pouco morava em uma confortável mansão agora passa a viver dentro de
um chiqueiro de porcos.
Ele
está vivendo em miséria absoluta. Desde que saiu da casa do pai ele
experimentou várias quedas e a sua penúltima foi cair dentro de um chiqueiro de
porcos. Foi nesse momento que ele caiu mais uma vez. Diz a Bíblia que “ele caiu
em si” e decidiu voltar para a casa do pai.
Bendita
queda. Ali, junto com os porcos ele deixou todo o seu orgulho. Estava faminto, sujo,
mal cheiroso e maltrapilho. A sua mala antes recheada de dinheiro, revolta,
ingratidão e confiança própria agora esta repleta de humildade e submissão.
Antes ele havia “ajuntado tudo” descontentamentos e queixumes e colocado na
mala e depois da última queda o conteúdo da bagagem é outro. Sugerimos ler as
páginas 349 a 351 de Reavivar a Esperança.
A
casa, até então, sombreada pela tristeza e a saudade de um momento para o outro
está em ritmo de festa. O pai visualizou no horizonte distante a silhueta
inconfundível de seu filho errante.
A
decisão do pródigo de voltar para os braços do pai só aconteceu quando ele
vivia o momento máximo de miséria e solidão. Que pena o pródigo ter
prognosticado tanto a sua volta! Por que
ele demorou tanto para usufruir das bênçãos do perdão? Ou melhor: Por que saiu
de casa?!
Simplesmente
porque ele era ser humano como qualquer um de nós.
Não sabemos por quanto tempo o pai o esperou.
Mas o certo é que a sua longa espera só terminou com a volta do filho.
Sugerimos ler as páginas 349 a 351 de Reavivar a Esperança.
Quinta
Não sabemos por quanto tempo o paralítico permaneceu
junto ao tanque de Betesda aguardando ajuda humana. Não sabemos para quantas
pessoas ele solicitou auxilio sem ser atendido. De uma coisa temos certeza:
sozinho jamais ele conseguiria o mergulho tão esperado.
Um
detalhe interessante. Caso ele fosse jogado dentro do tanque e não fosse curado
corria o risco de morrer afogado. Mas ele tinha certeza de que seria
restabelecido e sairia do tanque com as suas próprias pernas.
Ao
Jesus lhe perguntar se queria ser curado ele desviou a resposta abordando as
dificuldades encontradas. Jesus sabia o grande desejo que emergia do seu
coração e ignorou as suas queixas. Disse apenas: “Levanta-te, toma
o teu leito e anda” (João 5:8).
O céu está ansioso que a Sua Igreja
experimente o reavivamento e a reforma, pois representam a única possibilidade
para que o mundo conheça a salvação oferecida por Cristo. Deus não quer saber
de explicações de nossa parte. Ele apenas espera pelo nosso clamor para agir.
Hoje milhares de igrejas se assemelham
ao tanque de Betesda. Milhões estão à espera de supostos anjos que agitem as
suas águas e lhes proporcione salvação. Sem alarde, sem agitação Jesus pergunta
a cada ser humano: “Queres ficar são?” Ele não quer ouvir respostas evasivas e
elaboradas. Ele espera apenas que tenhamos fé para que Ele possa agir em nossa
vida.
Conclusão
O reavivamento jamais vai acontecer em nossa
vida sem que haja em nós o desejo de crescer em nossa vida espiritual. Sabemos
que é Ele que opera em nós “tanto o querer como o efetuar”. Oremos para que
essa vontade de crescer e mudar aflore mais e mais em nossa vida.
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