segunda-feira, 11 de julho de 2011

Meditação Avivar a Esperança

“São quase nove horas”
E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.
Rm 13:11

     Quando os meus avós paternos conheceram a Igreja Adventista do Sétimo Dia, lá pelos idos de 1947, eles moravam próximos de um lago natural, distante da cidade uns oito quilômetros, cujo nome era Poção.
     Para mim, o Poção era um lugar tétrico e mal assombrado. Margeando o lago, existia uma estrada velha abandonada. Meus pais diziam que ali caminhavam os escravos, e uma cruz plantada debaixo de uma árvore indicava o lugar da morte de um deles. Sempre que eu passava naquela estrada, sobretudo à noite, parecia ouvir um daqueles miseráveis choramingando por compaixão.
      O percurso até a igreja era feito a pé, o que não impedia aos recém-conversos de chegarem pontualmente aos sábados, domingos e quartas-feiras. No caminho, íam cantando algum dos cem hinos de um pequeno hinário, o único que tínhamos naquele tempo. Durante o trajeto, era comum parar em uma das duas casas da beira do caminho, para fazer o que Jesus fez junto ao poço de Jacó: pedir água para beber. Rapidamente ficaram conhecidos como os adventistas do Poção.
     Num sábado de manhã, ao aproximarem da última casa, próxima da cidade, ouviram uma voz feminina vinda do quintal que perguntou a alguém que se encontrava dentro de casa: “que horas são”? A voz de um jovem se ouviu rápida e segura: “eu não tenho relógio, mas pelo que estou ouvindo são quase nove horas, pois os adventistas do Poção estão passando”.
     Aos cinco anos de idade, conhecer a Igreja Adventista do Sétimo Dia era algo maravilhoso. Tudo nela me encantava e quando a minha tia, entremeando sorrisos, me contou esse fato, fiquei emocionado. Eu estava frequentando uma igreja realmente fantástica e, para mim, ela era o relógio do mundo.
     Aquele jovem que até o momento não tinha nenhuma noção de tempo, viu nos adventistas do sétimo dia um relógio fiel e confiável que não atrasa e nem adianta, capazes de fazerem do louvor o seu tic-tac contínuo.
     Jamais me esqueci desse fato e, hoje, mais de sessenta anos depois, com frequência, ele me vem à mente despertando em mim cogitações não tão modestas, mas que se revestem de um raciocínio mais lógico e inquiridor.
     Será que a minha assiduidade e pontualidade aos cultos da igreja têm servido de referência para aqueles que me conhecem? Eles já sabem que Deus me tirou do Poção, um lugar tenebroso, onde medrava o engano e o vício e que agora caminho rumo ao lar celestial? Eles sabem que no infalível relógio profético já são quase nove horas? Se não sabem, quando é que vão saber?
                                                              Do livro de meditações Avivar a Esperança p. 08.



           


           
           

Saúde

Estilo de vida e Sexualidade

Um novo estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine revelou que hábitos pouco saudáveis, como problemas com peso, inatividade física, alto consumo de álcool, tabagismo e uso de drogas, aumentam as chances de disfunções sexuais em homens. Ao mesmo tempo, os pesquisadores liderados por um estudioso do Statens Serum Institut, na Dinamarca, perceberam que tal estilo de vida é mais comum em pessoas sexualmente inativas.

A análise contou com informações médicas de 5.552 homens e mulheres entre 16 e 97 anos. A partir dos dados, foi possível quantificar a porcentagem de indivíduos com riscos de saúde e disfunção ou inatividade sexual.
Os resultados apontaram que 78% dos homens e 91% das mulheres com hábitos de vida não saudáveis mantinham tal estilo por não terem um parceiro sexual. Já entre aqueles que tinham parceiros, os riscos de apresentar disfunções sexuais foi representativo apenas no caso dos homens, com probabilidade de 71%.

De acordo com os cientistas, há muitas razões para a disfunção sexual, incluindo algumas sobre as quais a pessoa não tem controle, como após tratamentos de câncer. Entretanto, os hábitos analisados na pesquisa faziam parte de escolhas individuais e, portanto, cabe a esses mesmos indivíduos decidir melhorar a sua vida sexual.
Consciência corporal
Se o exercício da sexualidade passa obrigatoriamente pelo nosso corpo, então a chave para uma vida sexual satisfatória passa pelo desenvolvimento da consciência corporal - despertada, muitas vezes, pela prática de atividades físicas. Unanimidade entre médicos, sexólogos e profissionais da dança: a consciência da forma física e a presença em si mesmo é a chave para autoconfiança e auto estima mais elevadas.

Neste contexto, existe uma questão preliminar a qualquer prática física: a motivação. "A motivação pessoal é o único combustível com potencial para fazer as pessoas chegarem lá", destaca a sexóloga Maria Lúcia Beraldo. Sem ela não existe possibilidade de mudança. E se a sua vida sexual não está lá essas coisas, não adianta se iludir achando que as idas à academia vão mexer com a sua libido.
A libido é muito mais do que estímulos hormonais. Por trás dela está o seu ânimo, o seu interesse em descobrir o outro e de se mostrar. Neste sentido, é fundamental a escolha do seu exercício físico. Conhecer e viver a sua sexualidade são algo que só você pode fazer por si mesma. Variadas modalidades de exercício, danças e estilos estão a sua disposição para que você descubra o seu.

Aqueles que envolvem música e ritmo tornam a descoberta do corpo um momento agradável. "A prática de um estilo como a dança do ventre, as danças ciganas e hispânicas, promove a libertação do feminino e acaba funcionando como uma terapia", afirma a psicóloga e professora de dança do ventre Kelly dos Reis Cavalcanti.

A prática regular de uma atividade física também interfere diretamente num aspecto muito importante da sexualidade que é a boa forma física, consequência natural de um estilo de vida saudável. "A percepção de si mesma, como uma mulher bonita, é fundamental para uma vida sexual mais ativa" acrescenta Kelly. Saber que seu corpo desperta interesse funciona como uma fagulha no fogo do desejo que levará você e seu parceiro a momentos mais intensos.


Pensamento

Pode dormir tranquilo. Deus continua acordado. Carmo.
A casa do João de barro não se desmancha com chuva nem com ventania. Quem o ensinou a escolher o material e lhe mostrou as técnicas de construção? Carmo
Além das estrelas tem Alguém que as fez. Carmo

Comentário Lição

Comentário da Lição da Escola Sabatina de 23 a 30 de julho de 2011.
Você é Feliz, ó Israel
Preparado por Carmo Patrocínio Pinto
(Autor da meditação Avivar a Esperança. É membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia
 Central de Taguatinga. DF).

Faz sessenta e cinco anos que sou adventista e já li a Bíblia varias vezes. Mas quanto mais estudo mais descubro coisas novas. A Bíblia é um reservatório inesgotável de conhecimento e bênçãos.  E por mais que alguém a conheça ela sempre se apresenta como novas a cada manhã.
Antes de sua morte, Moisés proferiu uma bênção profética para cada uma das tribos de Israel. Depois de abençoar a tribo de Aser, o líder conclui com uma bênção outorgada a todo o Israel e extensiva a nós nos dias de hoje. Que mensagem linda:
“O Deus eterno é a tua habitação, e por baixo estão os braços eternos; Ele lançou o inimigo de diante de ti e disse: Destrói-o.
Israel pois habitará seguro, a fonte de Jacó a sós, na terra de grão e de mosto; e o seu céu gotejará o orvalho.
Feliz és tu, ó Israel! quem é semelhante a ti? um povo salvo pelo Senhor, o escudo do teu socorro, e a espada da tua majestade; pelo que os teus inimigos te serão sujeitos, e tu pisarás sobre as suas alturas”(Deteronômio 33:27-29 ARIB).
Ao reler estes versos, as boas lenbranças de como Deus atuou em minha vida ao longo destes setenta anos fervilharam em minha mente. Houve doenças? Sim. Houve momentos de tristezas e dor? Muitos. Mas em nenhum instante duvidei de que eu podia descançar sobre os Seus braços etenos. Por tudo que já vivi e senti posso dizer: feliz és tu, ó Carmo.
Feliz é você meu irmão que desfruta do melhor plano de saúde do mundo. Feliz é você a quem Deus deu vitória sobre os vícios. Feliz é você que aceitou o Norte mostrado na Bíblia. Feliz é você que faz parte de uma igreja que é referência no mundo em educação, saúde, longevidade, música e tantas coisas mais. Feliz é você que mesmo ferido pelo pecado pode ter as suas feridas saradas por aquelas mãos perfuradas no Calvário. Feliz é você que hoje pode e deve contar ao mundo o  que Deus tem operado em sua vida. Feliz é você que, pela graça, fará parte daquela grande multidão de salvos que, na Nova Terra, se curvará em adoração ao Criador e Redentor. Quem é como você? Pergunta Moisés e ele memo responde: “um povo salvo pelo Senhor, o escudo do teu socorro, e a espada da tua majestade”. Sim, você faz parte deste grupo especial “que guarda os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). Como é gostoso adorar este Deus!
Dos dez “Ais” mensionados por Izaías, seis estão no capitolo cinco, e dois deles no verso áureo desta semana. Ao ver as belas palavras de Moisés retratadas no título da lição contrastadas com as cinistras palavras do verso áureo, a principio, imaginei que fosse resultado de um infeliz deslize do autor. Mas voltei a si ao lembrar que setecentos anos depois de Moisés proferir as belas palavras encontradas no título da lição, a espiritualidade do povo de Israel mudou muito a tal ponto que eles confundiam com frequencia o certo com o errado na sua adoração.
Israel foi separado por Deus para  mostrar ao mundo a quem adorar e como adorar. Porém, por mais que os profetas Iasaías e Geremias  se esforçassem para manter este povo em íntima comunhão com Deus, a vida de Israel foi marcada por sucessivos deslizes a tal ponto de culminar com a morte de Jesus. Desde então, Israel que outrora era tão feliz e abençoado foi regeitado por Deus como nação. Hoje, graças a Sua misericórdia, todos que aceitarem o sacrifício de Cristo na cruz e que estão dispostos a adorar a Deus em espírito e em verdade  fazem parte do Israel espiritual.
Que o estudo desta semana nos ajude a entender melhor o verdadeiro sentido da adoração.
Na parte de domingo estudamos o complexo sistema de sacrifios implantados por Deus em Israel que prenunciavam a morte de Jesus e a Sua intercessão por nós no Santuário Celestial. Sacerdotes e povo participavam do ceremonial. Após o sacrificio, quatro acontecimentos marcavam a verdadeira adoração.
- O povo era abençoado
- A aparição da glória do Senhor
- Fogo consome o holocausto
- O povo se curva em júbilo e adoração.
O povo era abençoado neste momento pois os seus pecados foram confessados e perdoados. Como é gostoso experimentar a bênção do perdão!
O perdão provinha não de um ser humano qualquer e, para que isso ficasse bem evidente, o Senhor se apresentava de maneira gloriosa sobre todo o povo. Cada israelita tinha uma experiência especial com Deus e o mesmo deve acontecer com cada um de nós. O fogo que saíu de diante de Deus consumiu mais do que todo o holocausto. Ele devorava, também, os pecados confessados de cada filho penitente. Antes do sacrificio ninguém tinha certeza do perão dos pecados. Mas quando a glória do Senhor se manifestava e o fogo consumia a oferta, era uma prova de que os seus pecados também foram queimados pelo fogo. Não existe maior alegria do que a resultante do perdão de nossos pecados. Os israelitas irrompiam em jubilosa adoração. Livres de suas trnsgreções voltavam a ser o povo mais feliz do mundo.
O reverendo David Jones aponta três probabilidades para o procedimento dos filhos de Arão:
“- Eles não acenderam o incenso com as brasas do altar de bronze, resultante do fogo que saíra de diante do Senhor (capítulo 9:24), conforme ordenado, e que nunca deveria ser apagado (capítulo 6:12-13, 16:12).
- Não cumpriram com o horário designado pelo Senhor. O ritual do dia já havia sido cumprido, e parece que eles estavam querendo repetir o belo espetáculo do dia anterior.
- É provável, também, que eles passaram através do véu, para dentro do Santo dos Santos. Eles chegaram diante do Senhor (capítulo 16:1), indo onde não deviam. ”Ellen G. White é clara em afirmar que eles estavam alcoolizados:
“À hora do culto, enquanto as orações e louvores do povo ascendiam para Deus, Nadabe e Abiú, meio embriagados, tomou cada um seu incensário, e nele queimaram o perfumoso incenso. Mas transgrediram o mandamento de Deus por usar "fogo estranho" em lugar do fogo sagrado que o próprio Deus havia acendido, e que Ele ordenara servisse para esse desígnio” (Obreiros Evangélicos, p. 20).
Assim como o calor do mesmo Sol em uma só ação é capaz de endurecer o barro e ao mesmo tempo derreter o gelo, o fogo do Senhor é capaz de queimar os nossos pecados enquanto o pecador rebelde será devorado pelo sopro de Sua boca. “Corremos o perigo de misturar o sagrado e o comum. O fogo sagrado de Deus deve ser usado em nossos esforços. O verdadeiro altar é Cristo; o verdadeiro fogo é o Espírito Santo” (E Recebereis Poder - Meditação Matinal, p.26).
A palavra Jesurum é mencionada quatro vezes na Bíblia e é usada para definir alguém muito amado. Ela pode ser aplicada a Jerusalém como cidade amada por Deus. Embora o nome não seja tão bonito não há nada de errado se eu chamar a minha esposa de minha querida Jesurum.
Quando nos entregamos a Cristo Ele nos acolhe. Deste momento em diante somos o Seu Jesurum preferido. “Não há outro, ó Jesurum, semelhante a Deus, que cavalga sobre os céus para a tua ajuda, e com a sua majestade sobre as mais altas nuvens” (Deuteronomio 33:26). Que promessa linda temos aqui. Ele cavalga sobre os céus e, lá do alto, vê as nossas dificuldades e está sempre pronto a nos ajudar. Se as núvens de tristezas, dor ou solidão pairam sobre nós, a Sua magestade Se revela acima de todas elas.
            È gostoso sentir o quanto Deus nos ama. E é a consciencia deste amor inigualável que deve fazer emergir do profundo de nosso ser o sentimento de tributar a Ele louvor, honra e glória. Creiamos na afirmação divina: Vocês Antonio, José, Josefina, Amarildo, todos são pessoas felizes porque acitaram a Fonte de felicidade.
            A historia de Ana é um desafio para os egoistas. Muitos jovens promissores não experimentam as bênçãos de um de nossos internatos porque os pais querem tê-los sempre perto de si, como a dizer: este filho continuará sendo meu. Quantos casamentos que foram destroçados porque um dos pais do casal se propos a ficar sempre por perto opinando em assuntos de competencia exclusiva dos dois?
            Ana abriu mão de acompanhar o crescimento e desenvolvimento de seu único filho. Gosto de me demorar em alguns aspéctos desta renúncia vejamos:
            - Samuel era o filho aguardado por muitos anos.
            - Ele foi o primogenito.
            - Como explicar a sua decisão para o esposo?
            - Como será ter um filho e não ouvi-lo balbuciar mamãe?
            - Valeria a pena ter um filho e viver longe dele?
            - Como entregar o seu filho querido para ser criado por uma familia completamente desestruturada?
            - Como explicar a sua decisão para o garotinho?
            - E se ele ficasse doente junto de um velho caduco e de seus filhos embriagados?
            - Da época em que eu fiz o compromisso para cá a vida no templo mudou muito e para pior e não há rasão para cumprir o prometido. Ana não pensou assim. O filho foi entregue e só uma vez por ano ela ia visitá-lo. Que desprendimento! Que consciencia de compromisso.
Diz Ellen G. White: "Desde o primeiro despontar da inteligência do filho ela lhe ensinara a amar e reverenciar a Deus, e a considerar-se como sendo do Senhor. Por meio de todas as coisas conhecidas que o cercavam, procurou ela elevar seus pensamentos ao Criador. Depois de separada de seu filho, a solicitude da fiel mãe não cessou. Cada dia ele era objeto de suas orações. Cada ano ela lhe fazia, com as próprias mãos, uma túnica para o serviço; e, subindo com o esposo para adorar em Siló, dava ao menino esta lembrança de seu amor. Cada fibra da pequena veste era tecida com uma oração para que ele fosse puro, nobre e verdadeiro. Não pedia para o filho grandezas mundanas, mas rogava fervorosamente que ele pudesse alcançar aquela grandeza a que o Céu dá valor – que honrasse a Deus e abençoasse a seus semelhantes” (Patriarcas e Profetas, pág. 572).
Porém, o que mais me encanta é ver a sua alegria e exaltação ao nome de Deus por ocasião da entrega do filho. Deveria ser um momento de muita tristeza, mas Ana irrompe em um tributo de louvor e adoração a Aquele que lhe prodigalizou a oportunidade de cumprir com os seus votos. Aparentemente ela tinha apenas um motivo para adorar e louvar o nome do Senhor. Mas nos dez primeiros versos do capitulo 2 de 1 Samuel, Ana enumera dez motivos especiais para adorar o Deus criador.
Nos primeiros anos de vida, Ana instruiu Samuel por palavras e, por exemplo, de como deveria ser a adoração aceitável. Foi com esta bagagem que ao ver Saul ofertar de maneira errada Samuel não titubeou em repreendê-lo. O sumo sacerdote mostrou para Saul que, caso ele fosse obediente aos princípios divinos, não seria necessário oferecer sacrifício.
A ordem divina era que Saul destruísse todos os amalequitas e seus animais. A vitória foi esmagadora, porém, Saul poupou o rei amalequita e um número considerável de ovelhas.Vejamos os equívocos de Saul:
- Ele desobedeceu a ordem divina poupando o rei amalequita e alguns animais.
- Ele próprio ofereceu os sacrifícios usurpando a função dos sacerdotes.
- Ofereceu sacrifícios com os animais que pertenceram aos amalequitas.
- A sua oferta não envolvia nenhum sacrifício financeiro.
- Ele adorou o Deus certo, mas de maneira errada.
- Ao desobedecer a Deus ele deixou de oferecer a melhor oferta.
            Saul perdeu o reino porque ignorou a maneira correta de adoração. Saul poderia ter sido o rei mais feliz do mundo, mas ao agasalhar a rebeldia em seu coração a infelicidade o alcançou culminando em uma morte trágica.
Somos o povo mais feliz do mundo. Mas corremos o risco de perder o Céu com a nossa maneira equivocada de adorar.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Quem não faz o tempo faz as coisas fora de tempo. Carmo

Pensamento

É feliz quem é feliz. Carmo
Ser feliz é uma opção pessoal.  Carmo
Gosto de levantar cedo e dar bom dia ao dia. Carmo
A escuridão da noite me deixou encolhido. Mas o raiar da alvorada me fez espreguiçar a alma. Carmo

Pensamento

Ao abrir um livro, você abre a sua mente. Carmo