sábado, 21 de setembro de 2013

Reavivamento prometido: missào cumprida

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Comentário da Lição da Escola Sabatina de 21 ao dia 28 de setembro de 2013. Preparado por Carmo Patrocínio Pinto ex-diretor do Jornal Esperança e autor de Reavivar a Esperança, uma meditação para qualquer ano. O comentarista é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central de Taguatinga, DF. Introdução Chegamos ao final de mais uma série de lições da Escola Sabatina. Foi u estudo apaixonante. Pena que notamos certo desinteresse em estudá-lo da parte de alguns membros da Igreja. Não sabemos se algum dia voltaremos a estudar esse tema. Talvez, essa tenha sido a última oportunidade. Para que seja concretizada a pregação do Evangelho em todo o mundo deparamos com duas situações preocupantes. Primeiro, o vertiginoso índice demográfico da população mundial supera em muito o crescimento da Igreja adventista, o que dificulta para a Igreja anunciar a mensagem de salvação a toda nação, tribo, língua e povo. A segunda situação é certa indiferença que notamos sobre o assunto visível na maneira de ser e proceder de um grande número de membros da Igreja. Mas de um detalhe não podemos esquecer. O reavivamento associado ao término da pregação do evangelho é profecia bíblica e, independente das nossas dúvidas ou indiferenças terão o seu cumprimento. Com certeza Deus vai agir no momento certo, a mensagem será anunciada e Cristo voltará. Domingo O IDE de Jesus esta soando desde a Sua ascensão no monte das Oliveiras. Seria mais difícil para os discípulos aceitarem esse desafio naquele tempo do que nós hoje. Dois fatores colaboram para esse pensamento. Primeiro eles eram um grupo de pessoas reduzido comparados com a população mundial naquele tempo. Em segundo lugar naquela época não existia nenhuma tecnologia que pudesse facilitar a pregação do evangelho. O sucesso alcançado foi unicamente resultado da obra do Espírito Santo. Eles cumpriram a missão para aquele tempo. A Bíblia afirma: “Se é que permaneceis na fé, fundados e firmes, não vos deixando apartar da esperança do evangelho que ouvistes, e que foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, fui constituído ministro” (Colossenses 1:23). O autor da Lição afirma que independente das aparentes dificuldades que possam existir a promessa de Deus se cumprirá. Embora a participação humana seja necessária e importante para a finalização da obra não será ela a única responsável por esse feito impossível de ser realizado só com as limitações humanas. O poder do Espírito Santo agirá fazendo a grande diferença. Ele fará com que o IDE apresentado aos discípulos soe de maneira poderosa aos nossos ouvidos fazendo com que a mensagem seja anunciada com coragem e determinação. Apenas o poder prometido fará com que a mensagem flua de maneira rápida e abrangente. Segunda Era dia vinte e nove de setembro. O ano não me lembra, eu era muita criança. Até aquele dia ainda não havia chovido naquela região das Minas Gerais e um tio meu comentava com meu pai: “estamos no final do mês de setembro e as chuvas ainda não chegaram”. Éramos agricultores e aguardávamos com ansiedade a chegada das chuvas quando o céu fumacento se transformava em nuvens escuras e a chuva caia em meio à ventania, raios e trovões. Antes que a chuva chegasse o ambiente era desanimador. O gado emagrecido desfilava lentamente como se em contrita procissão pedindo chuva. A vegetação ressequida e coberta de poeira era castigada ainda mais com um Sol causticante e abrasador. A única coisa que nos trazia um pouco de alento era ouvir o sabiá insistir em dizer com o seu cântico melancólico: “dia sete de setembro tem chuva, tem chuva, tem chuva”. Era frequente passar o dia sete de setembro sem que a chuva aparecesse. Lembro-me de ver pessoas, em penitencia, subir encostas com baldes de água e molhar o pé de alguma cruz plantada no alto de algum morro para que a chuva caísse. Em meio ao cenário tétrico comum no mês de setembro, um quadro sempre me chamou a atenção. É ver as mangueiras que, mesmo em meio ao calor causticante, se revestem de flores. Parece que elas têm certeza de que a chuva virá e se adiantam para que quando ela chegar os frutos já esteja a caminho. Para muitos de nos hoje a vida espiritual apresenta um senário desolador; árida, sem vida, enfumaçada. Mas a promessa de chuva abundante é divina e em seu tempo se cumprirá. Cabe a nós, que vivemos em meio à aridez de um mundo inóspito, produzir flores que no tempo certo receberão as bênçãos da chuva serôdia e se transformarão em bênçãos de conversos para a eternidade. Terça É interessante ver como Deus age na comunicação com os Seus filhos. Ele usa expressões familiares ao ser humanos para transmitir os Seus ensinamentos. Enquanto esteve na terra Jesus usou parábolas e ilustrações ligadas ao cotidiano das pessoas. A parábola do semeador e suas colocações no sermão da montanha são exemplos bem claros. Ao usar a água para simbolizar o Espirito Santo Ele transmite algumas lições. A água ocupa todos os espaços. Em um balde cheio de pedras ainda cabe muita água. Mas em um balde cheio de água não dá para acrescentar mais nada. Somos orientados a tomar oito copos de água por dia e setenta por cento do nosso corpo é água. Devemos ingerir alimento quando estamos com fome, mas a ingestão de água deve acontecer independente de estarmos ou não com sede. A água lava toda a sujeira do nosso corpo. Ela é um bem abundante na natureza e comum a todas as pessoas. Ela faz bem ao nosso corpo por dentro e por fora. Em Sua sabedoria Deus usa a chuva para exemplificar a descida do Espirito Santo. É curioso que a chuva cai dos céus. Assim é o Espirito Santo. Ele também vem de cima. A chuva cai independente de nossa vontade embora a sua demora em chegar desperta no agricultor o desejo de que ela caia o mais rápido possível e a sua escassez é motivo de preocupação e angustia. Já a chuva do Espirito Santo deve ser desejada e buscada com todo o empenho. Para ter um bom aproveitamento da chuva o agricultor prepara a terra e a semente. O agricultor sabe que sem a chuva não adianta semear e todo o seu trabalho é vão. Assim nós devemos nos conscientizar que sem a chuva do Espírito Santo o nosso trabalho é vão. O nosso dever é semear com a certeza de que o Espirito Santo fará a semente germinar, crescer e frutificar. Quão importante Ele é em nossa vida! É nosso dever clamar pela chuva serôdia, se alimentar da Palavra e estreitar os nossos relacionamentos na horizontal e na vertical. As pessoas que no passado e, ainda agora, sobem encostas para rezar ao pé de alguma cruz pedindo chuva, longe de serem criticadas, nos transmitem uma grande lição. Quem dera seguíssemos o seu exemplo no que se refere à chuva serôdia. Quarta A água e o fogo são frequentemente usados na Bíblia para representar o poder e a glória de Deus. Do meu ponto de vista a sarça, que diante de Moisés aparece envolta em labaredas e não se queima, retrata bem a atuação do Espirito Santo em nossa vida. Ele nos purifica sem, contudo nos consumir. O processo, embora doloroso poupa a nossa vida e a purifica ao mesmo tempo em que a santifica. No pentecostes o fogo consumiu as indiferenças que permeavam entre os apóstolos e fez deles pessoas consagradas e prontas para a pregação do evangelho. O processo foi dolorido? Com certeza sim! Eles tiveram de abrir mãos de ressentimentos acariciados e aspirações egoístas. Os juízos de Deus também se manifestam através da água e do fogo. Foi assim que aconteceu com Nadabe e Abiu ao tocarem na arca de Deus e serem consumidos com fogo. No diluvio os juízos de Deus caíram sobre a Terra em forma de água e no final do milênio serão em forma de fogo. Diz Malaquias: “Pois eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como restolho; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo” (Malaquias 4:1). Quinta Certa vez vi uma imagem na televisão que me chocou. Em certo país, não me lembro qual, ocorreu uma grande inundação. Em meio aos torvelinhos de água barrenta apareceu uma jovem adolescente que lutava bravamente por sua vida. Não havia como resgatá-la e agarrada a alguma coisa ela se mantinha apenas com a cabeça fora da água. O volume de água foi aumentando até que a cobriu por completo. A última imagem foi a sua mão acenando para as câmaras com um até nunca mais. Esse é o mundo em que vivemos. Desastres, incêndios, tormentas, violência, fome, dor, aflição e morte fazem parte do nosso dia a dia. Mas a promessa de Deus é que essa igreja, hoje letárgica, será revestida de poder e com ousadia concluirá a pregação do evangelho a todo o mundo e então virá o fim. Sim, Deus promete um fim para tudo de mal que existe hoje. Será o fim do grande conflito e o alvorecer de um novo mundo sob a égide da justiça, da paz e da ordem. O Dragão, que até agora tem lutado freneticamente para destruir os filhos de Deus, será vencido pelo Cordeiro. A promessa de Deus é: “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro” (Apocalipse 12:11). O grande Conflito chegará ao fim com uma abrangente atuação da Igreja anunciando a última mensagem de misericórdia. Os membros da Igreja de hoje que permanecerem acomodados preguiçosamente na rede da indiferença “será quebrantado de repente sem que haja cura”. Conclusão O nosso dever é pregar a mensagem de salvação a todo o mundo. Mas a decisão pela verdade é obra do Espirito Santo. Essa união do humano com o divino é que preparará o mundo para o juízo final. Que privilégio fazer parte desse grande momento

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