quinta-feira, 23 de junho de 2011

Co mentario

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Comentário da lição da Escola sabatina de 2 a 9 de julho de 2011
Adoração e o Êxodo: compreendendo quem é Deus.
Preparado por Carmo Patrocínio Pinto - Central de Taguatinga, DF
Qual é o significado da adoração?
Em hebraico- ajoelhar-se, dobrar-se diante do Senhor.
Em grego - aproximar-se dele e beijar a Sua mão.
Em outras palavras, é entregar-nos e dar tudo a Ele.
Deus deseja que declaremos que Ele é Deus e que só Ele o é.
            A adoração envolve mais do que o louvor vocal e instrumental. Está incluído na adoração tudo o que envolve os aspectos mais abrangentes da mordomia desde reverência em Sua presença, até como O adoramos com o nosso bolso. Adorar é nos colocar diante de Deus e em reverente postura, depositar sobre o altar tudo o que somos e tudo o que temos.
Ao responder quem é Deus o nosso criador e mantenedor, alguém escreveu: “É Ele quem transforma a melancolia em louvor, a tristeza em alegria, a incerteza em fé, a tensão em descanso, o desespero em esperança, as correntes da prisão pelas asas da liberdade, a baixa estima em auto-estima, a dor em bálsamo, o choro pelo riso, a tempestade em orvalho, a mágoa pelo perdão, a perturbação pela paz, a orfandade espiritual pela família de Deus, a pobreza de espírito em riqueza do Espírito Santo, a carência em amor eterno, o caos em decência, as trevas em luz, a derrota pela vitória, a morte pela vida.” Estas palavras confirmam que realmente “Deus é amor.”
No monte da tentação Satanás recebeu o mais contundente estudo bíblico sobre adoração. Foi um golpe certeiro em suas pretensões. Jesus usou a Bíblia e deu o recado: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4.10).
A lição desta semana enfatiza dos tipos de adoração praticados não só durante o êxodo, mas também em nossos dias. Podemos definir de adoração correta e incorreta. O Pastor e maestro Flávio Araújo Garcia descreve a adoração incorreta em adoração falsa e adoração vã:
1. Adoração falsa
·    Adorar a um deus errado; Idolatria
·    Definição: O termo adoração significa atribuir valor a alguém ou a alguma coisa.
·    O falso atribui valor a alguém ou a alguma coisa que não o Criador.
·    O ser criado rivaliza com o Criador em importância e distinção. O ser humano torna-se a força centrífuga. Substitui o louvor por uma forma de entretenimento.
·    A exaltação própria e seu criado, o ceticismo, provocam uma inércia paralisante. É letal.
2. Adoração Vã
·    Adorar ao Deus certo da maneira errada
·    Tradições forjadas pelo homem. Ex: Associação com líderes religiosos.
·    Orgulho, vaidade, egoísmo, presunção
·    Ausência da clara evidência da natureza de Deus.
·    “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João 4:23)
              Na parte de domingo a Bíblia apresenta Moisés pastoreando as ovelhas nos campos de Midian.  Por certo estava sozinho pensando na desventura que abatera sobre o seu povo no Egito e a sua impotência para resolver a situação. Foi neste instante que um pequeno arbusto é envolvido em chamas. Provavelmente a sua maior preocupação foi salvar as tenras ovelhas do incêndio. Mas algo o deixa curioso: a pequena árvore em chamas não se queima. Abre bem os olhos e tenta se aproximar para ver melhor, mas foi detido por Deus. A ordem divina foi: “descalça os seus pés porque o lugar em que tu estás é terra santa”. Depois, de Se identificar como o Deus de seus antepassados veio a ordem para retornar ao Egito, livrar o Seu povo da escravidão e conduzi-lo à terra de Canaã.
            Com esse fenômeno Deus ensinou algumas lições para Moisés e também para nós, vejamos:
-Assim como a sarça envolta em chamas não se queimava, O Deus onipotente jamais permitiria que o Seu povo lá no Egito fosse destruído pelas chamas da aflição.
- “Tira os sapatos”. Uma ordem que envolve não só reverencia e adoração, mas a certeza de que Deus estava pronto para proteger e guiar os seus pés na longa jornada que ele teriam pela frente.
- “A terra em que ‘tu estás’ é santa.’” Dá a entender que tanto a presença de Deus como a de Seus filhos tementes santifica o lugar onde se encontram.
- Ao Deus Se apresentar, Moisés que antes estava curioso para ver melhor, agora cobre os olhos. Temos aí três lições. A primeira de reverencia. A segunda, Moisés não identificou Deus pelo fogo e sim pela voz. E a terceira de que não é necessário vermos Deus. Basta apenas ouvir a Sua voz e sentiremos a Sua presença.
- “Quem sou eu?’ Inquiriu Moisés. E Deus responde: “você é o Moisés que Eu conheço; criminoso, fugitivo, pesado de língua, mas é a única pessoa que Eu tenho na Terra para realizar esta grande missão; e veio a promessa que modificou tudo: “EU SEREI CONTIGO.”
Certa vez li um comentario  sobre as dez pragas no qual o escritor arrolou explicações extra Bíblia para todas elas. Ele afimava que naquela época os alimentos eram guardados em celeiros, ou abaixo da terra para serem protegidos, mas foram contaminados pelas pragas anteriores e como os primogênitos tanto humanos quanto dos  animais se alimentavam primeiro, só eles morreram. Uma explicação tão estupida como quem a escreveu.
O Egito foi semi destruído com as nove pragas anteriores mas em nada elas cotribuiram para a morte dos primogenitos. Apenas a dureza de Faraó causou a grande mortandade. Pena que o erudito escritor não deu nenhuma explicação porque os primogenidos dos israelitas foram poupados. 
Deus deu orientações precisas de como os israelitas deveriam proceder naquela noite especial. Vejamos:
- Um cordeiro deveria ser morto e com om molho de hissopo o sangue seria espargido na umbreira da porta.
- A família deveria comer todo o cordeiro assado e o que sobrasse deveria ser queinado.
- Em caso de família pequena o sacrificio poderia ser dividido por duas.
- O cordeiro seria sem defeito.
- Não poderia ter ossos quebrados.
- Deviam preparar pães asmos (sem fermento)
- As amassadeiras dos pães deveriam ser atadas ao corpo para que pão nenhum ficasse para traz.
-O alimento seria ingerido rapidamente e de pé.
- Todos deveriam estar prontos para partir.
- O que os israelitas pediram e receberam dos egipcios ouro e prata em abundãcia.
Esse ritual que apontava para o sacrificio de Jesus e deveria repetir  a cada ano. Era um seremonial muito solene, quando todo o Israel se humilhava diante de Deus e confeçava os seus pecados.
- O cordeiro sacrificado sem defeito apontava para Jesus que morreria  na cruz. O sangue na umpreira da porta provia salvação para todos que estivessem dentro da casa. O ramo de issopo usado mostrava que aquela casa se humilhou e atendeu a recomendação divina.
- A família toda deveria comer todo o cordeiro. Devemos aceitar o sacrificio de Jesus por completo.
- Em caso de familias pequenas poderiam se juntar para oferecer o sacrificio. Deus sugeriu um pequeno grupo de pessoas pois envolveria um espirito de adoração mais coloquial.
- Os pães sem fermento implca em uma vida isenta de pecados.
- Ao participarmos hoje da Santa Ceia devemos estar de pé prontos  para a viagem em direção ao Céu.
- Na volta de Jesus não vamos receber apenas ouro e prata dos homens deste mundo, mas herdaremos toda a terra.
A pascoa era a principal festa do povo de Israel. Era um momento de profundo exame pessoal e contrição. Israel se preparava o ano todo para este momento. Nós devemos, fazer de toda a nossa vida um preparo para a volta de Jesus. Aceitar por completo o Seu sacrificio, talvez seja a melhor maneira de adorá-Lo.
Um ateu assegurou  que Deus é ciumento e egoísta por Ele dar a ordem: “Não terás outros deuses diante de mim (Êxodo 20:3). Outro chegou a afirmar:  “Esta ordem é uma ditadura.” Deus é a única testemunha ocular de como o mundo foi criado. Só Ele estava presente na criação e, como tal, só Ele sabe realmente o que aconteceu. E mais: Deus age assim porque nos ama e quem ama, ama ser correspondido.
No nosso tempo, a adoração a coisas inanimadas, e a crença de que elas possam fazer algo de extraordinário como abençoar, interceder, guardar do mal e e até operar a nossa salvação, é algo natural. E o que dizer de pessoas que “adoram” seus ídolos do cinema, da televisão, dos esportes, da cultura do dinheiro e tantoe outros?
No momento mais solene para o povo de Iarael, enquanto Moisés permanecia sobre o Monte Sinai recebendo os Dez Mandamentos, a idolatria se instalou entre os israelitas. O bezerro feito todo de ouro demonstrava a disposição de fazer um deus com o melhor do que eles possuiam. É curioso que Arão apresenta a sua esmerada obra no plural: “Estes são teus deuses.” Talvez, porque no Egito cada um deles tinha o seu próprio deus, poderiam agora identificar o bezerro de ouro ao seu modo. O bezerro passava a representar o deus de cada um.
Parece que o povo estava com saudades das festas que ofereciam aos seus deuses no Egito. E ao ver o bezerro, uma desorganizada explosão de alegria se irrompeu e cada um pulava, dançava e cantava ao seu modo.O culto reverente, até então praticado no deserto, rapidamente, foi substituído por desrespeitosa algazarra. Realmente o povo se corrompeu.
Paulo extranhou o comportamento dos gálatas que “tão depressa passaram para outro evangelho” (Galatas 1:6). Como somos frágeis e volúveis. Parece que os descendentes de Rubem sempre existiram: “Iconstantes como a água” (Gênesis 49:3 VARC - 1995)
Moisés ficou completamente assustado diante da sarça ardente. Temeu ser elininado diante da presença gloriosa de Deus. Depois veio a experiencia do Sinai. Não um arbusto, mas todo um monte envolto em chamas, relampagos e trovões. Mas o desastre causado pelo bezerro de ouro afetou profundamente a sua confiança em Deus. Mesmo depois da promessa de que o Senhor subiria com ele, parece que a dúvida ainda o incomodadva.  O seu pedido envolvia grande risco pois ele poderia ser fulminado pela glória divina. Mas imaginava que, caso escapasse vivo, seria uma garantia de que Deus ainda o considerava como filho dileto.
O Senhor respondeu amavelmente ao seu servo, mas preferiu mostrar a Sua glória durante a longa travessia do deserto. E foi no santuário terrestre que, não só Moisés, mas todo o povo, em atitude de adoração viram por várias vezes a Sua glória.







           
           


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